
Gui Abreu de Lima: «O liberalismo sempre assentou em dois pressupostos. Um, o de que as pessoas eram racionais. Dois, o de que as pessoas eram responsáveis. Esta é uma, entre várias, das que a historiadora Fátima Bonifácio aponta, numa entrevista que merece atenção.»
Luís Menezes Leitão: «Juntamente outros países, como Israel, Índia e Paquistão, a Coreia do Norte acedeu ao clube nuclear, permitindo-se fazer exercícios de lançamento de mísseis ao mesmo tempo que os Estados Unidos proclamavam existir armas de destruição maciça no Iraque. E como lá não há petróleo, mas apenas uma monarquia de fanáticos, é bem previsível que as coisas dêem para o torto.»
Marta Spínola: «A única boysband fugaz (talvez a mais fugaz de todas) de que fui fã, julguei que era para sempre (foram uns dois meses intensos) foram os Bros. Sim, os Bros. Os tempos eram outros – era a altura em que achava que estava muito muito longe de dizer “os tempos eram outros” – eu não tinha os Bros a entrar-me casa e internet (que internet?) dentro. Eles nunca viriam cá, e tudo o que eu tinha eram posters da Bravo e PopCorn e pins comprados em centros comerciais de frequência dúbia. Passou-me ao primeiro álbum e mais nenhuma banda do género me apanhou. Mas soube letras de todas as que se seguiram, assumo tudo. Ainda sei algumas.»
