
Ana Lima: «Nesta invernia cinzenta que atravessamos – literalmente e não só – o melhor remédio é encontrar alguma coisa que nos conforte. E que melhor consolo existe para um português do que a cozinha, esse território alquímico que nos redime e identifica como nenhum outro?»
Marta Spínola: «Gostava de ver Hollywood pegar em Herculano e fazer uma coisa em grande. O drama de Eurico bate aos pontos o de William Wallace na minha opinião. Só não há kilts, não faz mal. Não tive uma relação fácil e imediata com este romance. Primeiro estranhei-o, como tanta gente. Mas depois de passar a estranheza, foi sem dúvida o meu livro favorito do programa do liceu.»
