
Ivone Mendes da Silva: «Até a memória ganha bolor, o que vale é que temos a imaginação para clarear tudo.»
Patrícia Reis: «Não é que tenha de ter razão. Não preciso de me sentir certa todos os dias. Acredita. Posso cometer os mesmos erros de sempre e dizeres que, pese as horas de conversa e acusações mútuas, sou incapaz de aprender. O pior, sabes, é que quando sinto que a certeza mora cá dentro fico cheia de palavras que podem cair como uma chuva de pedras.»
Teresa Ribeiro: «No site Club-k, que se anuncia como um espaço de notícias angolanas, leio este texto de opinião, assinado por um tal de Nelo de Carvalho. É mais uma prosa de ódio a somar a umas quantas que têm ultimamente circulado por aí. A crise portuguesa está a ser, de facto, uma oportunidade para alguns angolanos expressarem o que lhes vai na alma e para nós percebermos o alcance do seu ressentimento. Que lhes faça bom proveito.»
Eu: «Ver as noites invadir as tardes e as manhãs. Ontem, solstício de Inverno, foi o dia com menos luz natural do ano: apenas nove horas e 25 minutos.»

apenas nove horas e 25 minutos
Não é nada pouco.
Nos países do norte da Europa é muito menos.
Conheço uma pintora polaca que se mudou para Portugal precisamente por ser um país com muita luz. No país dela, mal poderia trabalhar no inverno.
Gostei da informação partilhada https://www.holdonangola.com
Ainda tem muita informação de tudo que se passa em Angola aqui https://www.holdonangola.com/