
Ana Margarida Craveiro: «A Lina Santos tem duas filhas, e uma terceira encomendada. Tem também um óptimo sentido de humor, uma inteligência crítica, e uma escrita escorreita. O Quem sai aos seus não é bem um babyblogue, mas é escrito para a Madalena e a Teresa (e para a Francisca, muito em breve). É equilibrado e razoável, mas não deixa de ser ternurento nos relatos de episódios. Visito o Quem sai aos seus diariamente, e invejo-lhe a capacidade de multitasking. Quando for grande, quero ser assim, Lina.»
Patrícia Reis: «O Luís é uma figura pública. O meu filho mais novo não se importa com isso e tão pouco o que significa o chavão. São amigos. Conversam sem idade ou preconceito e abraçam-se com força, de forma prolongada. A amizade comove-me sempre.»
Teresa Ribeiro: «Sabias que o aumento do número de extensões ardidas começou a crescer exponencialmente a partir de 1975, o ano em que todo aquele sistema por que te bateste até ao fim foi destruído? Se calhar sabias. Combativo como eras deves ter esfregado essas estatísticas na cara de muita gente, mas sem sucesso. Há dias disseram-me que Portugal é o único país da Europa que não tem guardas-florestais. Também sabias disto, pai?»
Zélia Parreira: «A cunhada da prima mais nova da madrinha do sobrinho do meio da senhora Merkel vendia para a Redoute lá da Alemanha (há-de haver uma, quiçá a própria Redoute, que também nos oferece promoções imbatíveis). Mas o modelito não tinha saída e a empresa alegou defeito de fabrico (fazem desaparecer o pescoço das clientes) e devolveu-os à costureirinha, que ficou com um grande prejuizo. Vai daí, a senhora Merkel apresentou-lhe uma proposta tentadora: Prometeu-lhe duas eurobonds do primeiro lote que fosse emitido e ficou com o stock todo. Ainda tem mais 726 por estrear, dentro do plástico e tudo.»
