
Adolfo Mesquita Nunes: «Sei apenas que gosto das análises políticas que faz (nem sempre – e bem! – favoráveis ao governo que apoio): quer na forma, muito clara e precisa, quer no conteúdo, desconfiado do bem intencionado estatismo que nos tem governado. É, por isso, um blogue que leio com regularidade e que é surpreendentemente pouco citado ou linkado pela blogosfera que se dedica à política. Para além disso, e já basta, desconfio que partilho com ele (e, ao que parece, com a Clara Ferreira Alves) um gosto especial por Graham Greene.»
Helena Sacadura Cabral: «Ainda há quem se preocupe com os outros e passe a noite a resgatar, em restaurantes, refeições que sem este movimento solidário seriam deitadas para o lixo.»
Ivone Mendes da Silva: «Acabo de ver Os Descendentes. Acho que não gostei. Digo acho porque não percebi muito bem. É certo que pequenos ou grandes dramas não escolhem o lugar onde ocorrem, mas contá-los exige mais do que do que uma boa articulação narrativa, pede uma rede de símbolos que suportem o plot e o façam encorpar.»
João Carvalho: «Não me parece ser necessário lembrar que a degradação crescente do prestígio que devia enformar a Justiça está directamente relacionada com a falta de celeridade. E a celeridade constitui um dos aspectos mais sensíveis e decisivos do Estado, nas suas competências específicas a favor do desenvolvimento e do crescimento que procuramos com o dramatismo que se sabe.»
Luís Menezes Leitão: «Eu só me pergunto como é que é possível termos tanta incompetência e falta de sentido da realidade à frente dos destinos da União Europeia. Porque o que os líderes europeus andam presentemente a fazer chama-se brincar com o fogo.»
Eu: «Durante quase três meses, fomos aqui revelando as leituras que íamos fazendo, partilhando-as com os leitores. Chegou o momento do balanço desta série [os livros que fomos lendo], desenrolada em 24 etapas.»

Já fazíamos outra série destas, Pedro. A ver se alguns livros ainda continuam na mesa de cabeceira!
É verdade, João. Ando a pensar nisso.