0 comentários em “Delito de opinião”

  1. Ainda não ouvi a a picatarina falante nem os seus companheiros de estilhaços do BE referirem-se ao assunto, mas foi decerto por falta de lembrança.

  2. Ao paredão,ao paredão.Democrácio/siriziacos instauram a justiça siryzica,a verdadeira.Sempre na vanguarda da miséria,quanto maior a miséria mais esta gente progride,não os miseráveis mas eles alapados em todos os instrumentos de Poder.Em breve utilizarão essas palavras de ordem—esmagar,encostar, distraindo
    os necessitados com o circo de “julgamentos populares”.E já tudo isto foi experimentado.

  3. Pelos vistos, e ao contrário daquilo que o Pedro sugeriu num outro post, houve mesmo campanha a favor do “sim”, com nove jornalistas a manifestarem-se publicamente nesse sentido. Afinal a campanha do “não” não foi assim tão preponderante como o Pedro sugeriu.

    1. Não há notícias de perseguições aos honrosos jornalistas que fizeram campanha pelo “não”. Meras coincidências nas cabeças dos Lavouras.

      1. Não acho isso. Acho apenas que se deve separar claramente a opinião da informação. Não se deve misturar as duas.
        Se os jornalistas derem a sua opinião sob a forma de editoriais, textos que pela sua natureza são de opinião, tudo bem. Mas não acho bem quando misturam a sua opinião na informação, quando dão notícias de forma enviesada.

        1. Viva Luis Lavoura

          Eu leio-o. Sou leitora assídua de quase todos os delituosos e tenho uma opinião formada sobre todos ( que é apenas a minha, claro)

          “Acho apenas que se deve separar claramente a opinião da informação. Não se deve misturar as duas”

          Oh Luís Lavoura, tem a certeza que isto foi MESMO escrito por si ?

          Os meus respeitos e votos de uma boa noite.

          1. Maria Dulce,
            obrigado por me ler. Leia também o meu blogue (linque sobre o meu nome, ou então “Speakers’ Corner” na coluna da direita deste blogue), que eu lá escrevo com mais liberdade.

        2. Hahaha

          Temos os Luís Lavoura na versão Pravda circunspecto-inocente. A posição que os Marxistas adoptam quando estão pressionados.

  4. … e isso é a “democracia”, tão apregoada pelo actual governo grego?
    Ou “faz o que eu digo, não faças o que eu faço”.

  5. Este assunto deve estar quase a ficar resolvido

    Grécia: Falta de papel ameaça saída de jornais para as bancas
    Diário Económico – Há 1 hora

    😉

  6. Curta-cicuta… o Sócrates lusitano, e amigos filósofos, também se queixam das perseguições políticas do Ministério Público.

  7. É um assunto que acabará por dar em nada, Pedro. São emoções ao rubro que acabarão por ser apaziguadas. Seria estúpido agir contra os jornalistas, e haverá sempre um levantamento da classe na Europa que acabará por bloquear quaisquer intenções contra eles.

    Sobre o tema que tanto temos conversado, posso afirmar-lhe que a Alemanha capitulou e que aquilo que eu predisse vai concretizar-se. Para bem da União Europeia e do mundo.

    http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/11728175/Greece-news-live-Germans-in-rift-with-the-rest-of-Europe-over-debt-relief-as-Greek-reforms-ready-within-hours.html

    Pena tenho que Passos Coelho nos tenha deixado sem uma janela para um alívio da nossa situação. PSD/CDS-PP têm de cair. O PR também contribuiu para esta postura do governo.

    1. Não cederam quase nada, Vento.
      Cederam no aumento do IVA.
      Cederam nos cortes das pensões.
      Cederam no aumento da idade da reforma.
      Cederam no quadro de mobilidade da função pública.
      Cederam nas privatizações, que afinal vão por diante.
      Cederam na exigência de condicionarem as reformas à reestruturação da dívida.
      Cederam na garantia aos cidadãos gregos que não haveria novas medidas de austeridade.

      Mas não cederam nos cortes das despesas para as forças armadas. Os generais podem dormir tranquilos no país europeu da NATO que tem maior ‘ratio’ de militares por habitante.

      São indomáveis.

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