Ao paredão,ao paredão.Democrácio/siriziacos instauram a justiça siryzica,a verdadeira.Sempre na vanguarda da miséria,quanto maior a miséria mais esta gente progride,não os miseráveis mas eles alapados em todos os instrumentos de Poder.Em breve utilizarão essas palavras de ordem—esmagar,encostar, distraindo os necessitados com o circo de “julgamentos populares”.E já tudo isto foi experimentado.
Pelos vistos, e ao contrário daquilo que o Pedro sugeriu num outro post, houve mesmo campanha a favor do “sim”, com nove jornalistas a manifestarem-se publicamente nesse sentido. Afinal a campanha do “não” não foi assim tão preponderante como o Pedro sugeriu.
Não acho isso. Acho apenas que se deve separar claramente a opinião da informação. Não se deve misturar as duas. Se os jornalistas derem a sua opinião sob a forma de editoriais, textos que pela sua natureza são de opinião, tudo bem. Mas não acho bem quando misturam a sua opinião na informação, quando dão notícias de forma enviesada.
Maria Dulce, obrigado por me ler. Leia também o meu blogue (linque sobre o meu nome, ou então “Speakers’ Corner” na coluna da direita deste blogue), que eu lá escrevo com mais liberdade.
Hahaha
Temos os Luís Lavoura na versão Pravda circunspecto-inocente. A posição que os Marxistas adoptam quando estão pressionados.
É um assunto que acabará por dar em nada, Pedro. São emoções ao rubro que acabarão por ser apaziguadas. Seria estúpido agir contra os jornalistas, e haverá sempre um levantamento da classe na Europa que acabará por bloquear quaisquer intenções contra eles.
Sobre o tema que tanto temos conversado, posso afirmar-lhe que a Alemanha capitulou e que aquilo que eu predisse vai concretizar-se. Para bem da União Europeia e do mundo.
Pena tenho que Passos Coelho nos tenha deixado sem uma janela para um alívio da nossa situação. PSD/CDS-PP têm de cair. O PR também contribuiu para esta postura do governo.
Não cederam quase nada, Vento. Cederam no aumento do IVA. Cederam nos cortes das pensões. Cederam no aumento da idade da reforma. Cederam no quadro de mobilidade da função pública. Cederam nas privatizações, que afinal vão por diante. Cederam na exigência de condicionarem as reformas à reestruturação da dívida. Cederam na garantia aos cidadãos gregos que não haveria novas medidas de austeridade.
Mas não cederam nos cortes das despesas para as forças armadas. Os generais podem dormir tranquilos no país europeu da NATO que tem maior ‘ratio’ de militares por habitante.
Ainda não ouvi a a picatarina falante nem os seus companheiros de estilhaços do BE referirem-se ao assunto, mas foi decerto por falta de lembrança.
Se algo parecido sucedesse por cá, andaria já rouca de tanto gritar.
Ao paredão,ao paredão.Democrácio/siriziacos instauram a justiça siryzica,a verdadeira.Sempre na vanguarda da miséria,quanto maior a miséria mais esta gente progride,não os miseráveis mas eles alapados em todos os instrumentos de Poder.Em breve utilizarão essas palavras de ordem—esmagar,encostar, distraindo
os necessitados com o circo de “julgamentos populares”.E já tudo isto foi experimentado.
No país que inventou a cicuta tudo é de esperar.
Pelos vistos, e ao contrário daquilo que o Pedro sugeriu num outro post, houve mesmo campanha a favor do “sim”, com nove jornalistas a manifestarem-se publicamente nesse sentido. Afinal a campanha do “não” não foi assim tão preponderante como o Pedro sugeriu.
Não há notícias de perseguições aos honrosos jornalistas que fizeram campanha pelo “não”. Meras coincidências nas cabeças dos Lavouras.
Houve jornalistas que tivessem feito campanha pelo “não”? Eu não sei.
Claro que nem um houve.
Claro que não. Nem pensar, em tempo algum.
Pelos vitos, na Grécia como cá os jornalistas dão-se a liberdade de manifestarem claramente as suas opiniões. Não se limitam a dar notícias.
Deviam ir todos presos. É o que acham os Lavouras que temos.
Não acho isso. Acho apenas que se deve separar claramente a opinião da informação. Não se deve misturar as duas.
Se os jornalistas derem a sua opinião sob a forma de editoriais, textos que pela sua natureza são de opinião, tudo bem. Mas não acho bem quando misturam a sua opinião na informação, quando dão notícias de forma enviesada.
Viva Luis Lavoura
Eu leio-o. Sou leitora assídua de quase todos os delituosos e tenho uma opinião formada sobre todos ( que é apenas a minha, claro)
“Acho apenas que se deve separar claramente a opinião da informação. Não se deve misturar as duas”
Oh Luís Lavoura, tem a certeza que isto foi MESMO escrito por si ?
Os meus respeitos e votos de uma boa noite.
Maria Dulce,
obrigado por me ler. Leia também o meu blogue (linque sobre o meu nome, ou então “Speakers’ Corner” na coluna da direita deste blogue), que eu lá escrevo com mais liberdade.
Hahaha
Temos os Luís Lavoura na versão Pravda circunspecto-inocente. A posição que os Marxistas adoptam quando estão pressionados.
… e isso é a “democracia”, tão apregoada pelo actual governo grego?
Ou “faz o que eu digo, não faças o que eu faço”.
A culpa é dos credores “assassinos”, como lhes chamou o camarada Varoufakis.
Este assunto deve estar quase a ficar resolvido
Grécia: Falta de papel ameaça saída de jornais para as bancas
Diário Económico – Há 1 hora
😉
Falta pouco para ser a Venezuela da Europa. E o mais espantoso é haver quem celebre isso.
Curta-cicuta… o Sócrates lusitano, e amigos filósofos, também se queixam das perseguições políticas do Ministério Público.
Já o outro Sócrates, o genuíno, foi condenado à cicuta pela “democracia” ateniense.
É um assunto que acabará por dar em nada, Pedro. São emoções ao rubro que acabarão por ser apaziguadas. Seria estúpido agir contra os jornalistas, e haverá sempre um levantamento da classe na Europa que acabará por bloquear quaisquer intenções contra eles.
Sobre o tema que tanto temos conversado, posso afirmar-lhe que a Alemanha capitulou e que aquilo que eu predisse vai concretizar-se. Para bem da União Europeia e do mundo.
http://www.telegraph.co.uk/finance/econo mics/11728175/Greece-news-live-Germans-i n-rift-with-the-rest-of-Europe-over-debt-r elief-as-Greek-reforms-ready-within-hour s.html
Pena tenho que Passos Coelho nos tenha deixado sem uma janela para um alívio da nossa situação. PSD/CDS-PP têm de cair. O PR também contribuiu para esta postura do governo.
Não cederam quase nada, Vento.
Cederam no aumento do IVA.
Cederam nos cortes das pensões.
Cederam no aumento da idade da reforma.
Cederam no quadro de mobilidade da função pública.
Cederam nas privatizações, que afinal vão por diante.
Cederam na exigência de condicionarem as reformas à reestruturação da dívida.
Cederam na garantia aos cidadãos gregos que não haveria novas medidas de austeridade.
Mas não cederam nos cortes das despesas para as forças armadas. Os generais podem dormir tranquilos no país europeu da NATO que tem maior ‘ratio’ de militares por habitante.
São indomáveis.
E obrigado. O seu comentário suscitou-me mais do que uma réplica: deu origem a um ‘post.
Armando Bara dentro também dará em nada.
‘Tá bera.
Tão típico. É o berço da democracia a falar…
A que condenou Sócrates à morte tinha muito pouco de democrático, Margarida.
Só NOVE !?!
http://aventar.eu/2015/07/11/ao-cuidado-d e-pedro-correia-joao-ferreira-do-amaral-e-d e-mais-uns-quantos/
É seguir os links, como se se segue um trilho de migalhas até ao pote.
Uma formiguinha à cata de migalhas. Faz lembrar uma fábula de La Fontaine.