A gastronomia foi, por estas e por outras, o tema dominante da tarde, embora também se tenham abordado assuntos menores tais como o estado da nação, a situação económica mundial e o mistério das conquistas amorosas de Hollande.
Mais para a tardinha, num momento de descontrolo, uma facção da mesa defendia a necessidade de se criar um partido composto pelos políticos de maior sex appeal do país (um critério como outro qualquer), enquanto do outro lado alguém confessava uma velha fraqueza por Cristiano Ronaldo, agarrando com veemência o pescoço e proferindo que “aquele rapaz, daqui para baixo, é um monumento”. Mas a decência rapidamente regressou à mesa, para se discutir ética jornalística, dobragens de filmes estrangeiros e até poesia.
Esteve-se tão bem nesta família que foi a custo que nos arrastámos porta fora para regressar ao azimute de origem. Eternamente gratos à Ana pela trabalheira de nos receber em sua casa.



Um Ramalhete perfeito, só falta o Carlos da Maia :):)
Ah, os eclairs…hummmmm.
O pior é mesmo dar a coisa por terminada, Francisca, tens toda a razão.
Eestá tudo dito com inigualável savoir faire.
Tudo perfeito. Perfeito cenário, perfeita anfitriã, perfeito menu, perfeito convívio e perfeito relato.
Mesmo sem saber a que rostos pertençem os nomes de quem leio regularmente, a vossa partilha não deixa de ser um gesto bonito. Bem hajam.
Que pavorosa fumarada por lá ia.
Deliciosa foto de família, para mais tarde recordar as risotas da amena cavaqueira!
Espero que essa festa tenha sido linda e que todos/as se tenham divertido imenso!! Muito boa noite para toda a gente!!
Francisca, vejo que não te escapou nada! A mim escapou (falha imperdoável) mandar encher de água o vale em frente para que o Como fosse um cenário mais realista. Mas já estou a tratar do assunto. No próximo almoço podem trazer os skis.
O que eu gostei de ter-vos cá outra vez! Beijos para todos.
É complicado, mas espero poder comparecer em encontros futuros.