Será talvez um bom adjectivo para classificar isto.
Na verdade, nos dias que correm coisas destas já nem surpreendem. Argumentar que "as personagens brancas constatam que são cúmplices de um sistema que destrói alienígenas, pessoas de cor, e então decidem tornar-se líderes desse povo que oprimem" requer delírio, sim, e perder três horas de filme a arranjar maneira de o encaixar nos seus próprios complexos de inferioridade. Ou nem ver o filme de todo, claro.
Já a segunda crítica, por outro lado serve de aviso, e de aviso duplo: argumentistas de todo o mundo, incluam personagens LGBT nos vossos guiões, ou serão rotulados de "homofóbicos"; e o futuro será "transgénero e não heterossexual", com "a evolução da espécie humana – e das alienígenas – vai conduzir ao fim da divisão entre homem e mulher". Isto seria cómico se não fosse trágico.

Lá vem a brigada da correcção política distribuindo anátemas e excomunhões. Por mim, decidi-me: vou mesmo ver o ‘Avatar’.
… claro que essa espécie de lei da paridade é para raças, em vez de sexos….
E sim, também vou ver o filme.
Mas talvez leve um amigo ou amiga de cor.
Rotos.. perdão, homossexuais, conheço alguns, mas não são meus amigos…
Vou correr o risco.
Vais gostar, acho eu. Embora a história seja fraquinha, o filme é deslumbrante.
Recentemente pronunciei-me a favor dos casamentos homossexuais, por achar que têm esse direito.
Mas sinceramente, depois de ler isto já começo a achar que alguém está mal por aqui. Imagino que possa ser eu, mas a evolução é para manter as espécies e para as aperfeiçoar, não para as extinguir. Um homem poder ser mulher e …vice versa não me parece um grande passo na evolução, mas já começo a ver a extinção mais próxima. Quando machos com machos e fêmeas com fêmeas juntam os trapinhos, a continuidade da espécie fica comprometida. Mais ainda com esses… “holuminados” a pensar desta forma.
Quanto à vertente racista, se calhar é hora de fazerem uma lei da paridade para elencos nos filmes…..
se fossem todos para padres a especie tambem estava em risco e claro seria tragico
abrao os olhos ganhem vergonha as pessoas nao caracterizao pela sexualidade mas sim pelo que sao
“Delirante” é mesmo o termo, João. É espantoso como podem fazer-se leituras viciadas, conforme o que nos vai no espírito e nas preocupações.
Reparei também que o jornalista do Sol diz que “O realizador norte-americano tem deitado água sob a fervura”, coisa que eu gostava muito de saber como se faz sem arranjar queimaduras de 3º grau…
Mais um que anda ‘sobre’ a moda…
Delirante?? Eu diria assim mais para o parvo mesmo…
O outro (bom) adjectivo usa-o o João o final do seu texto. Trágico.
se fossem todos para padres a especie tambem estava em risco e nao vejo tanta priocupaçao com isso