Conheço um caso que me é muito próximo, Maria: ELE era (e ainda é) uma brasa. ELA atirou-lhe um piropo audível na rua (sacrilégio, para uma mulher!), qualquer coisa parecida com isso que diz. Estão juntos até hoje, e já lá vão muitos anos. 🙂 E há também o direito à resposta ao piropo, que suponho também queiram penalizar.
O que me encanita neste debate é a mania de legislar sobre tudo, de penalizar tudo. Haverá atitudes que são de puro assédio sexual, claro que sim, mas essas já estão devidamente identificadas e legisladas e devem ser punidas. O “piropo” é outra coisa, muito mais inofensiva e inconsequente, além de quase impossível de listar.
Aninha, hoje venho para o desabafo. Isto é de ir às lágrimas.
A Aninha faça o favorzito de preparar um cházinho, pois esta conversa vai ferver. Olhe, não se esqueça dos guardanapinhos prás lágrimas. Vejam bem, minha doce Inha (DocInha), que hoje pela manhã levava um polo charmoso, bué de chamativo; e vai daí uma moçoila até que engraçadita, diz: Se eu soubesse que o canarinho vinha de amarelo tinha trazido alpista. Senti-me de tal forma comovido por tão boa vontade, que resolvi botar discurso de agradecimento:
Muito obrigado por tão doce generosidade e preocupação, mas como sou um rapazito pouco exigente em termos de alimentação deixo que a madame compense essa intenção deixando que o passarinho se aninhe na sua gaiolita. Respondeu logo: Não, não, isso é que não.
Olhe Aninha, deu-se-me cá uma braveira que tive de dizer a ela umas quantas: – Sua política, passa a vida a criar expectativas ao povão e não cumpre e não deixa cumprir. Nunca mais apareça por estas listas! Ela engoliu, e fico convencido que não voltará a canditar-se a estas coisas.
Mas agora devo confessar-lhe, Aninha, o polo nem era amarelo, é esverdeado, pois sou do Sporting. E um sportinguista dos sete costados, pois sou daqueles que usa o comando, e até faço zapping!, isto é, vou mudando de quando em vez de canal, é para isto que serve o comando. Nós os sportinguistas somos mesmo assim. Não somos como os benfiquistas que não só não usam o comando como também nem sabem o que é isso e para que serve. Olhe que isto não é difamação, se a Aninha vir o anúncio que passa na TV com aquele tipo que é benfiquista verificará da veracidade destas afirmações. É a mulher que pergunta: Onde está o comando? e ele responde: Que comando? Tudo isto está lá no anúncio! Não é invenção!
Olhe Aninha, mas eu sei que eles são os fanáticos e quererão enforcar-me, por favor, a Aninha fique atenta, tire o chinelo e prepare-se para lhes dar uma tareia. Os gajos fogem logo quando a virem de chinelo na mão. Por favor, não deixe que os tipos façam picadinho de mim! Pronto, já desabafei. Muito obrigado.
Um dia estava eu sentado numa esplanada, quando passa por mim a Lili Caneças.
Eu pirocopei: – Que carinha tão jovem e laroca…” Resultado: Além dum extenso autografo, não há festa de famosos que não receba convite! Há pirocos e há pirocopadas!
Muito bom, Ana.
E nós não podemos dar piropos aos “machos”?
” Ena, que valente pedaço de mau caminho!!!”
Beijo
Conheço um caso que me é muito próximo, Maria: ELE era (e ainda é) uma brasa. ELA atirou-lhe um piropo audível na rua (sacrilégio, para uma mulher!), qualquer coisa parecida com isso que diz. Estão juntos até hoje, e já lá vão muitos anos. 🙂
E há também o direito à resposta ao piropo, que suponho também queiram penalizar.
O que me encanita neste debate é a mania de legislar sobre tudo, de penalizar tudo. Haverá atitudes que são de puro assédio sexual, claro que sim, mas essas já estão devidamente identificadas e legisladas e devem ser punidas. O “piropo” é outra coisa, muito mais inofensiva e inconsequente, além de quase impossível de listar.
Aninha, hoje venho para o desabafo. Isto é de ir às lágrimas.
A Aninha faça o favorzito de preparar um cházinho, pois esta conversa vai ferver. Olhe, não se esqueça dos guardanapinhos prás lágrimas.
Vejam bem, minha doce Inha (DocInha), que hoje pela manhã levava um polo charmoso, bué de chamativo; e vai daí uma moçoila até que engraçadita, diz:
Se eu soubesse que o canarinho vinha de amarelo tinha trazido alpista.
Senti-me de tal forma comovido por tão boa vontade, que resolvi botar discurso de agradecimento:
Muito obrigado por tão doce generosidade e preocupação, mas como sou um rapazito pouco exigente em termos de alimentação deixo que a madame compense essa intenção deixando que o passarinho se aninhe na sua gaiolita.
Respondeu logo:
Não, não, isso é que não.
Olhe Aninha, deu-se-me cá uma braveira que tive de dizer a ela umas quantas:
– Sua política, passa a vida a criar expectativas ao povão e não cumpre e não deixa cumprir. Nunca mais apareça por estas listas!
Ela engoliu, e fico convencido que não voltará a canditar-se a estas coisas.
Mas agora devo confessar-lhe, Aninha, o polo nem era amarelo, é esverdeado, pois sou do Sporting. E um sportinguista dos sete costados, pois sou daqueles que usa o comando, e até faço zapping!, isto é, vou mudando de quando em vez de canal, é para isto que serve o comando. Nós os sportinguistas somos mesmo assim.
Não somos como os benfiquistas que não só não usam o comando como também nem sabem o que é isso e para que serve. Olhe que isto não é difamação, se a Aninha vir o anúncio que passa na TV com aquele tipo que é benfiquista verificará da veracidade destas afirmações. É a mulher que pergunta:
Onde está o comando?
e ele responde:
Que comando?
Tudo isto está lá no anúncio! Não é invenção!
Olhe Aninha, mas eu sei que eles são os fanáticos e quererão enforcar-me, por favor, a Aninha fique atenta, tire o chinelo e prepare-se para lhes dar uma tareia. Os gajos fogem logo quando a virem de chinelo na mão. Por favor, não deixe que os tipos façam picadinho de mim!
Pronto, já desabafei. Muito obrigado.
Olhando para as “fronhas” das bloquistas, percebe-se porque são contra: se não é para nós, que se acabe !
A mim o que me preocupa é passar pela menina Rita Pereira e não poder mesmo elogiar-lhe os glúteos novos.
A sorte dum piroco:
Um dia estava eu sentado numa esplanada, quando passa por mim a Lili Caneças.
Eu pirocopei: – Que carinha tão jovem e laroca…”
Resultado:
Além dum extenso autografo, não há festa de famosos que não receba convite!
Há pirocos e há pirocopadas!