Declaração inequívoca de voto


Rui Rocha,

Em Tempo De Crise, Toda A Poupança É Bem-Vinda. Decidi, Por Isso, Não Usar o Plural Neste Post. Desta Forma, E Para Dar Um Exemplo, Se Tiver Que Me Referir À Soma De Um Com Outro Um, Direi  Doi. No Mínimo, Poupo No “S”, O Que Não É Pouca Coisa. Para Compensar, E Porque Há Vida Para Além Da Contenção De Despesa, Cada Palavra Será Iniciada Com Maiúscula. Sempre Quebra A Monotonia, Coisa Que, Estou Certo, O Leitor Muito Me Agradecerá. Esclarecido Este Doi Ponto Prévio (Não Se Esqueça O Leitor De Colocar O “S” Final Ali Onde Lhe Sinta A Falta Uma Vez Que, Pela Minha Parte, Estou Disso Impedido Devido À Regra A Que Voluntariamente Me Obriguei), E Tendo Em Conta Que O Período Oficial De Campanha Eleitoral Está Quase A Terminar, Considero Ser Este O Momento Para Tomar Posição Clara E Inequívoca Sobre A Escolha Fundamental Na Eleição Que Se Avizinha. Assim, Declaro Com Total Convicção, Firmeza e Frontalidade Que, Entre Costa e Passo, Passo.

0 comentários em “Declaração inequívoca de voto”

  1. Se passa esses dois, ainda lhe restam muitas hipóteses “moderadas”: o MPT, o Nós Cidadãos, o Juntos Pelo Povo, o PAN, o PPM. Escolha não falta. Não deixe de votar.

  2. Camarada Rui

    A Maninha Catarina Agradece teu voto

    Lá Nos encontraremos Na Urna A Melhor da Servilusa

    Tu s

    Querida

  3. Pelo menos não vai votar no “Babush”
    Acabei agora de ler:
    Família de Costa em Goa faz figas pelo jovem “babush” que discutia política. Familiares do líder socialista, em Margão, Goa, cruzam os dedos para a vitória de Costa nas legislativas. Seria “uma pena no chapéu da família”, dizem, conta jornal Times of India.
    Diário Económico – Há 57 minutos

  4. Meu caro, deixo aqui uma pequena nota histórico-eleitoral.

    Em tempos filipinos, só havia um sonho para os alfacinhas (assim chamados porque usavam a moda espanhola – mangas de camisa espalhafatosas, em forma de alface).
    Esse sonho era o de que Lisboa, e não Madrid, fosse a capital de Espanha.
    Assim, a tentativa de D. António para sublevar Lisboa contra o poder castelhano foi assim uma paródia alfacinha, com pouca vontade de ajudar insurrecções vindas de Peniche.

    Como conjugar isto com alguns nomes a votos (Passos, Portas, António Costa, Catarina Martins, e Jerónimo)?

    A incursão de D. António não foi pela Costa do Castelo, onde Martim ficou entalado na Porta.
    Não, a incursão de D. António foi por Portas de Santa Catarina.
    Chegado ao Alto de Santa Catarina, D. António ficou a ver navios (de Drake) na Costa ao largo dos Jerónimos, e abandonou a tentativa.

    Passos seguintes foram a total acomodação à soberania filipina, tendo sido mesmo feitos 20 monumentais arcos do triunfo para receber o imperador.
    Sempre houve grande tolerância nacional à sabujice alfacinha.

    Quanto à escandalosa frase do MRPP – “Morte aos traidores” … só foi cantada umas décadas depois, num certo dia 1 de Dezembro, que por certos Passos e Portas travessas, é feriado politicamente incorrecto, regressado o glorioso tempo dos sabujos do poder imperial.

    Bibliografia: (para quem da dúvida faz dívida)
    Dicionário espanhol-português (pg. 1004) de Manuel Mascarenhas Valdez (1864)

    – Alfacinha (Lechuguilla): certo género de cabeções e de punhos de camisa muito grandes e bem engomados, frisado com ferro em forma de folhas de alface, e que se usavam muito no tempo de Filipe II de Espanha.

      1. Não vou dizer o mesmo, senão parece coisa amaricada… e já sabemos que o Marinho Pinto pensa legislar contra mariquices.

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