Declaração de princípios (2)


Pedro Correia,

Combaterei sempre os pelourinhos, levantem-se contra quem se levantarem. E jamais gritarei “aleluia” quando vir um adversário político no chão.

4 comentários em “Declaração de princípios (2)”

  1. Uma pessoa de bem só pode ficar triste e decepcionada por cada caso, de suspeitas ou confirmação, de corrupção dos políticos. É que se a Democracia implode pela ganância e desonestidade dos governantes, é urgente que os cidadãos imponham formas de controle dos mesmos e não esperar ingenuamente que o poder não corrompa!

  2. A pena, é que ande tanto político, por aí,
    à solta, sem que seja chamado à justiça!… Porquê? Que se passa, para que uns sejam chamados a depôr e muito bem, até porque quem não deve não teme e outros continuem intocáveis….. Há aqui algo estranho……..e se não há nada de estranho esclareçam.

    1. Estranho é que a justiça tenha permanecido inactiva durante tantos anos. Durante três décadas, para ser mais exacto. Noutros tempos seria impossível vermos um ex-ministro detido (Isaltino Morais), outro condenado a prisão (Armando Vara), uma ex-ministra condenada por actos cometidos no exercício da actividade governativa (Mª Lurdes Rodrigues), altas figuras da administração pública detidas (director do SEF, director dos Registos e Notariado, secretária-geral do Ministério da Justiça), o principal banqueiro do País indiciado… Algo inimaginável tempos atrás.

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