A disputa não pode ser entre gravata e batom, mas sim por quem ascende por mérito próprio aos lugares de maior visibilidade, numa base inequívoca de igualdade de oportunidades. As senhoras competentes que se orgulham de o ser não precisam de cotas e até são capazes de repudiar o método tão paternalista como desqualificador.
PS, PSD, PCP, CDS, IL, Livre e Chega não têm então senhoras competentes, capazes de ascenderem por mérito próprio aos lugares de maior visibilidade. Mas estão cheios de homens competentes, pelos vistos. Já o Bloco e o PAN têm senhoras que se orgulham de o ser e não precisam de quotas. Muito me admira este seu comentário, caro Marques Abraão.
Deve ser dificil para a autora compreender que as mulheres não têm tanto interesse em fazer politica como os homens… Mas mais estranho fica quando apesar disso reclama da diferença mas depois quer resultados iguais…
Peço desculpa mas a sua abordagem passa totalmente a leste do meu comentário, ao insinuar que considero os partidos que referiu boas referências na prática de destacar competências. Marques Aarão
Já lá vai o tempo em que jornalistas conservadores se queixavam dos dirigentes do Bloco de Esquerda por eles não usarem gravata. Agora os dirigentes da Iniciativa Liberal não usam gravata, e ninguém lhes aponta isso. Os jornalistas já não são o que eram.
Eu digo que têm bravatas a mais. Mas é óbvio que temos mundivisões diferentes.
De maneira nenhuma, caro jpt. Concordo plenamente. Não lhes faltam bravatas, a eles e a elas, a todos e a todas. Mas isso é outra história.
Tem batom a mais e logo encarnado.. Pessoalmente, como não sou racista, prefiro o batom preto.
Oh, tão bonito
A disputa não pode ser entre gravata e batom, mas sim por quem ascende por mérito próprio aos lugares de maior visibilidade, numa base inequívoca de igualdade de oportunidades. As senhoras competentes que se orgulham de o ser não precisam de cotas e até são capazes de repudiar o método tão paternalista como desqualificador.
PS, PSD, PCP, CDS, IL, Livre e Chega não têm então senhoras competentes, capazes de ascenderem por mérito próprio aos lugares de maior visibilidade. Mas estão cheios de homens competentes, pelos vistos.
Já o Bloco e o PAN têm senhoras que se orgulham de o ser e não precisam de quotas.
Muito me admira este seu comentário, caro Marques Abraão.
Deve ser dificil para a autora compreender que as mulheres não têm tanto interesse em fazer politica como os homens…
Mas mais estranho fica quando apesar disso reclama da diferença mas depois quer resultados iguais…
Umas coisas são para mim difíceis de entender, outras são difíceis para si.
É assim a vida.
Peço desculpa mas a sua abordagem passa totalmente a leste do meu comentário, ao insinuar que considero os partidos que referiu boas referências na prática de destacar competências.
Marques Aarão
O seu comentário também passa totalmente a leste do meu post. Quem falou em quotas? Quem defendeu quotas?
O seu postal abriu todas as portas para se falar em cotas e eu limitei-me a entrar falando delas.
Falta equidade de género, raça e religião. A rever.
O segundo debate a 9 foi bem interessante.
Por “gravatas” refere-se àquelas técnicas que se usam em combates de luta livre?
Como queira.
Já lá vai o tempo em que jornalistas conservadores se queixavam dos dirigentes do Bloco de Esquerda por eles não usarem gravata. Agora os dirigentes da Iniciativa Liberal não usam gravata, e ninguém lhes aponta isso. Os jornalistas já não são o que eram.