De vez em quando a primavera


enlil,

Não houve primavera como a de Odilon Redon, não há primavera como a de Ann Craven.

Cada um no príncipio do seu século, ambos desconformes à norma do seu tempo.

 

Odilon Redon, “Evocação de borboletas”, 1911

 

 Ann Craven, “Red miracle”, 2007

2 comentários em “De vez em quando a primavera”

  1. o redon vendia bem, era mainstream. Não sei se vendia à Princesa de Caraman-Chimay, mas tem todo o ar.
    eu gosto muito das coisas dele.

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