Percebi perfeitamente o sentido daquela interrogação. Mantenho que já houve e que poderá voltar a haver. Poderemos, então, eleger um general ou um estudante de Coimbra. Se me estiver a passar alguma coisa agradeço que me corrija, mas só ali vejo o expressar quase poético de uma utopia.
Não, não lhe passou nada. Concordo que é a expressão de uma utopia, só acho que, mais do que poética, é incomodamente prosaica e pragmática. Curiosamente, não deu um movimento no FB 🙂
Em tempos, foi.
E pelo caminho que isto leva pode voltar a ser.
Só não pode porque essas eleições de que fala não eram um sufrágio universal.
Sabe bem que o sentido não é esse…
Percebi perfeitamente o sentido daquela interrogação.
Mantenho que já houve e que poderá voltar a haver. Poderemos, então, eleger um general ou um estudante de Coimbra.
Se me estiver a passar alguma coisa agradeço que me corrija, mas só ali vejo o expressar quase poético de uma utopia.
Não, não lhe passou nada. Concordo que é a expressão de uma utopia, só acho que, mais do que poética, é incomodamente prosaica e pragmática.
Curiosamente, não deu um movimento no FB 🙂