Um destaque merecido, Xico. Decidi reavivar esta rubrica do DELITO precisamente pelo seu blogue. Porque o País, felizmente, não se resume a Lisboa e a blogosfera também não.
Eu sei que a eutanásia é uma questão de vida ou de morte. Mas, quando se parte da situação de preferir a morte, a vida perde muita da sua importância. E, então, nos debates a propósito, cai-se no erro, quase inevitável nestas circunstâncias e que, inevitavelmente também, tem o condão de confundir a questão e empatar a decisão: – Toma-se a exceção pela regra. É o mesmo erro que, por exemplo, sustenta o excesso de garantismo da nossa Justiça, com as consequências que seria ocioso enumerar e caraterizar. João de Brito
Muito obrigado pelo destaque. Que responsabilidade imensa!
Um destaque merecido, Xico. Decidi reavivar esta rubrica do DELITO precisamente pelo seu blogue. Porque o País, felizmente, não se resume a Lisboa e a blogosfera também não.
Eu sei que a eutanásia é uma questão de vida ou de morte.
Mas, quando se parte da situação de preferir a morte, a vida perde muita da sua importância.
E, então, nos debates a propósito, cai-se no erro, quase inevitável nestas circunstâncias e que, inevitavelmente também, tem o condão de confundir a questão e empatar a decisão:
– Toma-se a exceção pela regra.
É o mesmo erro que, por exemplo, sustenta o excesso de garantismo da nossa Justiça, com as consequências que seria ocioso enumerar e caraterizar.
João de Brito