13 comentários em “De facto, é uma choldra miserável.”

  1. É na verdade uma decisão verdadeiramente lamentável, que só vem encorajar mais ainda a corrupção num país onde ela já grassa da maneira que todos sabemos.
    Embora apareça assim na fotografia, penso que na realidade, Ricardo Sá Fernandes não é homem para cruzar os braços.

  2. Concordo inteiramente.
    Ricardo Sá Fernandes é um homem sério e íntegro.
    Merecia muito mais e melhor do que “isto”.
    “Isto” não é um País – é um sítio mal frequentado.

  3. Deixem ver se eu percebi.

    Um gajo é apanhado numa tentativa de corrupção e paga cinco mil euros de multa.

    Outro gajo chama corrupto ao gajo que foi condenado por tentativa de corrupção e é condenado a pagar dez mil euros de multa.

    É mais ou menos isto, não é?

    Bem, não sei de que filme é que tiraram isto, mas o guião parece-me fraquinho, pouco realista, quase estúpido demais para acreditar. E depois dizem que o cinema português é isto, que ninguém vê filmes portugues. Pois, com argumentos destes, que criam situações que nunca poderiam acontecer na realidade, no mundo real, no dia-a-dia de qualquer português…

  4. Suponho que o juiz que condenou Penedos também vai ser condenado por corroborar a acusação contra este. Mas não tenho a certeza. Ou tenho a certeza que não?

  5. Vamos lá ver se entendi.
    Parte 1: provado que o acusador estava certo, o acusado apanha uma pena menor e o acusador apanha pela medida grande, certo?
    Parte 2: o acusado sofre uma condenação praticamente simbólica e o acusador é que corre o risco de a pagar e ainda de contribuir para o enriquecimento do acusado, é isso?

  6. A situação parece tão bizarra que “obriga” à disponibilização de informação que melhor a enquadre e a justifique, se tiver justificação; contada como está, a conclusão/sentença parece nada ter que a relacione com os pressupostos que a ela levaram.
    Como não gosto de “embandeirar em arco”, fico à espera de desenvolvimentos, previsivelmente o recurso para o Tribunal da Relação competente, ou dito de outra forma, a versão de um (alegações) e a versão de outro (contra-alegações); quanto à sentença, …cada um que julgue com base nas versões que aí virão e nas suas convicções e prova produzida (como os Juizes o fazem).

    ps: alguém, simpatica e verbalmente, referiu que o meu “nik” é pouco sério para assuntos sérios….; reconhecendo o reparo, registe-se, que não para a posteridade, o meu nome: Manuel Menezes

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