Um minuto de imobilidade e silêncio parece-me claramente insuficiente.
(Desculpem; é mais forte do que eu. Ignorai-me e ide antes ler o texto do Pedro Correia.)
Um minuto de imobilidade e silêncio parece-me claramente insuficiente.
(Desculpem; é mais forte do que eu. Ignorai-me e ide antes ler o texto do Pedro Correia.)
Meu caro: Manoel de Oliveira, que era um homem cheio de humor, seria o primeiro a sorrir com a tua frase. Até porque o humor – mesmo quando é corrosivo – costuma ser uma das melhores formas de homenagem.
A verdadeira homenagem surgiu 15 anos antes com “Branca de Neve” de João César Monteiro.
(e, não, não me refiro à celeuma provocada em torno dos subsídios públicos então disponibilizados para a produção deste filme)
🙂
(Do César Monteiro gosto de recordar a fixação na parte da anatomia – hoje quase extinta nas mulheres e em risco nos homens – que, mais recentemente, causou polémica na boca – salvo seja – de Eduardo Catroga.)