1. Parabéns ao João Severino pelo aniversário do seu Jornal do Pau. E que conte muitos.
2. O Jorge anunciou o fim do seu Entre Deus e o Diabo. Como leitor assíduo, tenho pena.
3. Faço votos para que a Sónia reabra o Cocó na Fralda, de que tanto gosto.
4. Apetece-me citar a Eugénia de Vasconcellos: "A tristeza é natural, querer excluí-la da vida é uma aberração egoísta como outra qualquer. Mesmo a tristeza profunda, como a da dor do luto, corre no seu tempo para nos ensinar as mortes e a compaixão, e não retira a perfeição às cerejas."
5. E, já agora, também o Rodrigo Moita de Deus: "Deus nunca precisou de insultar a obra de Saramago para vender mais Bíblias."

A citação da Ana Cristina Leonardo é na realidade do Rodrigo Moita de Deus (o link está no post).
Fica então o crédito ao Rodrigo, Vasco. Abraço.
Fantástica a citação de Eugénia de Vasconcellos, Pedro. E tão verdade.
Obrigada 🙂
Pedro
Grande abraço de agradecimento pela deferência ao meu blogue. Consegues estar em todas…
Estendo até aqui o abraço que fui lá deixar-te. Sobretudo, aproveito para declarar aqui que a minha entrada na blogosfera (depois de umas pequenas incursões no Corta-Fitas) se fez muito a partir do teu Pau Para Toda a Obra (um blogue solitário que, afinal, foi sempre mais colectivo do que muitos, em matéria de ponto de encontro).
Parabéns, grande João.
Meu amigo João Carvalho. A blogosfera tem uma virtude: de longe se fica muito perto a abraçar, a agradecer e a sentir o que sentem por nós. Obrigado por tudo e só nós sabemos acerca desse tudo. É que nas horas más aparecem poucos…
Grande abraço
Abraço, João.
Olá outra vez, Pedro.
A receita é fácil de seguir, mesmo quando é difícil, não é?
Fora de nós há um mundo inteiro à procura de equilíbrio, nós com ele, e sempre disponível, o consolo da beleza.
Um abraço.
Subscrevo por inteiro, Eugénia.
Gosto especialmente do post do 31 da Armada……
E eu gosto de vê-la por cá, Fátima.
Parabéns ao João Severino. Deliciei-me com a prosa da Eugénia de Vasconcellos (luminosa como sempre, aliás) e com a frase do Rodrigo Moita de Deus, que é genial.
Boas escolhas, Pedro (também como sempre…)