Com o Ferreira Fernandes: "O insólito é JPP ter-se zangado com o jornal por ele ter usado a frase ‘Pacheco Pereira é a loira do PSD’ no título, coisa que qualquer jornal faria."
Com o Nuno Ramos de Almeida: "É pena que um homem tão inteligente se esgote em comportamentos tão próprios de pequenos tiranetes."
Com a Sofia Loureiro dos Santos: "A liberdade de imprensa, para Pacheco Pereira, é algo que está entre publicar o que ele escreve e diz e não publicar quem o contradiz."
Com a Fernanda Câncio: "Vou-me recostar à espera de ver como a brigada da liberdade de expressão da blogosfera e da opinião reage a este grito de alma de Pacheco Pereira."
Com o Luís Paixão Martins: "Eu, como, ao contrário do doutor Pacheco Pereira, nunca fui presidente de uma distrital partidária, não consigo compreender por que os consultores estrangeiros que recebiam o dinheiro em cash tinham mais legitimidade do que têm, hoje em dia, as consultoras portuguesas que orçamentam, facturam e pagam impostos."
Com o Carlos Abreu Amorim: "Para gente como JPP não há verdade que permita alterar a sua agenda política pré-estabelecida."
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É engraçado: tive várias vezes dificuldade para concordar com o Luís Paixão Martins; com a Fernanda Câncio, foi-me costumeiramente impossível. Mas, vá lá, não sou de hipocrisias nem de ressentimentos: concordo com todos no que aqui reproduzes. Tintim-por-tintim.
Eu estou solidário com Pacheco Pereira, tadita da lour… quer dizer, do senhor.
Fico na dúvida: Afinal ele disse que o “PP é a loira do PSD”?
ou “PP é a loira do regime”? Li a entrevista e o que vem na versão online e na edição impressa é a ultima versão, logo a manchete da edição impressa não reproduz o que ele disse…
No fim continuam os dois iguais a si próprios.
Não me ria assim desde que, em nome da UDP, o Paixão Martins tomou de assalto a Rádio Renascença e esta só viria a ser recuperada à bomba pelo Governo Pinheiro de Azevedo.
Mas que lindo ramalhete que o Pedro Correia aqui coleccionou! Estou esclarecido!
Obrigado.