Das agruras da escrita


tralhasdavida,

“At the end of a miserable day, instead of grieving my virtual nothing, I can always look at my loaded wastepaper basket and tell myself that if I failed, at least I took a few trees down with me.” 

David Sedaris em “Me Talk Pretty One Day”

0 comentários em “Das agruras da escrita”

  1. Isto não é bem uma agrura – é um prazer mórbido. 🙂

    Mais a sério, a imagem do escritor como anti-ecologista funciona como piada (e Sedaris é acima de tudo um humorista) mas não creio que vá muito para além disso numa época de computadores e processadores de texto.

    Claro que ainda há autores como Norman Rush, que tem 3 máquinas de escrever de 1955 alinhadas no gabinete (escreve numa, reescreve noutra, anota apontamentos na terceira) e deve gastar papel com fartura. Mas são casos raros.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *