20 comentários em “Da série: O apoio não é enquanto Primeiro Ministro, é enquanto cidadão”

        1. Eficaz? No ponto de vista do contribuinte, no ponto de vista do consumidor ou … no ponto de vista de quem atribui licenças e dá acesso a um negócio inventado por lei, sabe-se lá a troca de quê?

  1. Entre o dinheiro que ganho com a energia e o que vou facturar com a tap, posso reformar-me nas Caraíbas daqui a meia dúzia de anos.

    1. Quem assistir ao debate vai ver a ligeireza com que lidam estes temas. O conselho de ministros aprovou um documento com um erro que, quando confrontado, o Sr Galamba se desculpou por se tratar de um rascunho.

  2. O cidadão galamba, não “consome”. O governante galamba, também não. Refiro-me à energia. Não à “energia” que gera o sonho, que o intoxica. E inebria.

  3. Eu acho que ele tem toda a razão.
    É aliás a mesma lógica pela qual Guterres, em 2000, deixou o preço da gasolina e do gasóleo flutuar livremente. Guterres considerou, e muitíssimo bem, que quem deveria pagar o preço acrescido desse produtos deveria ser quem os comsumia, e não os contribuintes.
    Eu conheço pessoas muito pobres que praticamente não consomem eletricidade, porque para elas ela é muito cara.

    1. A electricidade em Portugal é das mais caras da Europa e isso deve-se aos discípulos do Sr Guterres. Apesar disso os contribuintes, e ao contrário das tretas do Sr Galamba, tem a carga fiscal mais elevada de sempre. Perdemos nas duas frentes.

    2. “Eu conheço pessoas muito pobres que praticamente não consomem eletricidade, porque para elas ela é muito cara”

      Cá está, podemos carregar nos “ricos” àvontade, porque os pobres não consomem electricidade, é muito cara. Preferem morrer de frio, é mais barato …

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