Da série “Grandes Anúncios”


Pedro Correia,

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Enfim, em casa: campanha publicitária da IKEA, aproveitando a saída de cena de Angela Merkel, que ontem deu lugar a Olaf Scholz como chanceler da Alemanha.

21 comentários em “Da série “Grandes Anúncios””

      1. Pedro, eu vi outra coisa.
        A poltrona na Alemanha custa 169 euros, faz sentido, são um país em vias de desenvolvimento, já os portugueses que são desenvolvidos com’o caraças podem bem pagar pela mesma poltrona 179 euros.
        A publicidade está muito boa, nisso estamos de acordo.

  1. pensei que a Ikea estava a pensar na minha comodidade para evitar maus encontros com vírus e permanecer em casa
    o ser humano competente não tem percentagens nem ‘género’
    tudo o + é «conversa para bói dormir» à sombra da espoliação dos contribuintes privados

  2. O que é verdadeiramente importante é o facto de já termos médicos resilientes em Portugal. Anunciou Marta Temido. Se a mutti quiser ser tratada, venha a Portugal.

    Também é importante saber que os agricultores indianos já regressaram a casa, depois do protesto contra o nacionalista hindu que governa aquele país.

    Finalmente, é bom saber que a mutti finalmente está em casa. Já pode fazer uns pratos apresentáveis.

  3. o autor do post estará muitissimo á frente, enquanto que eu muito cá em baixo (ignorante).
    Portanto a imagem é real e o anuncio tambem, certo ?!

    Nesse caso, é um caso, ok raro, de que a politica nao enriquece, e a pobrezinha ainda agora ficou desempregada e já faz publicidade.

  4. extra.
    acho que recentemente vi aqui um fascinio pelo vasco p. valente.
    Neste momento o sapo tem em destaque, blog estado contingencia ?, um livro sobre o senhor Vasco

      1. Desgraçadamente grafado naquela coisa que sabemos e me levou a não o comprar. Não exagero, creio, se admitir que tê-lo feito, usado o acordês, não será prova de particular respeito por V. P. Valente.

  5. Se a moda pega, ainda vai aparecer um cartaz da BMW com o Cabrita no banco do passageiro e com o título:
    – Enfim, na rua.

    1. Nada disso.
      O Cabrita vai frequentar aulas práticas de pendura de ralis.
      Depois, se voltar a ser ministro e a viajar de automóvel nada de viagens no banco de trás na conversa, mas ao lado do motorista ‘mais devagar, curva à esquerda, lomba a seguir, travar à direita,,,,’ isto sim é o que qualquer ministro faz quando viaja em serviço.

    1. O Costa é que nos pôs todos a ir à Moviflor — ou sem casa. Um dia vamos ter de ver de quem é a culpa e fazer alguém pagar.

  6. Nunca apreciei os esforços da pub, tirando os anúncios de perfumes — mas em todo o caso, mudando de assunto, não seria melhor preservar o advérbio em endlich zu Hause e traduzir por:

    Finalmente em casa

    Pergunta honesta, só sei 1% de alemão.

    1. Gosto pouco de advérbios terminados em “mente”.
      Uso a técnica de Churchill – mestre na política, mestre na política: «Das palavras, as mais claras. Das mais claras, as mais curtas.»

      1. Ok — mas estaria escrito na forma corrente. Além de que não usar advérbios dá espaço aos “subiu rápido” dos comentadores da bola e aos lavouras e abrasileirados deste mundo.

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