![thumbnail_20210306_121832[1].jpg thumbnail_20210306_121832[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2021/22036713_mzDJT.jpeg)
Alguém devia advertir os responsáveis de títulos como este – inserido na última página da mais recente edição do Expresso – que a língua portuguesa é muito traiçoeira. Sobretudo quando falta jeito ou talento para a utilizar. A menos que exista a intenção deliberada de dar um tiro no próprio pé por algum motivo que sou incapaz de descortinar.

Uma frase escrita de acordo com o novo AO90 deixa de ser um idiotismo e passa a ser uma idiotice. Mas também pode ser verdade com o responsável do título a ter um descargo de consciência.
A banalização de títulos na voz passiva costuma dar asneira, ensinaram-me alguns mestres do jornalismo.
Se o título está assim, imagine os artigos.
Nem cheguei ao artigo. Fiquei-me apenas pelo título.
Muito bom!
Best-seller.
Bom dia Pedro Correia.
Certeira observação.
Não pretendo ser ordinário mas, quer a este quer a uns tantos mais …………..
Saúde.
António Cabral
Bom dia, António Cabral.
Este título revela algum sentido de humor, porventura involuntário, do sisudo semanário que já deu à nação um primeiro-ministro e um Presidente da República.
Acredito que sim. O café expresso é sem dúvida o melhor. Eu adoro.
O mais vendido?
Nas sociedades hodiernas ao expressão “mais vendido” está conotada com a qualidade. Consequentemente, infere-se a preferência.
Porém eu prefiro o café expresso. Tem mais qualidade, de preferência com grãos de São Tomé (Monte) ou outros grãos cultivados a altitudes entre os 600 e os 800 metros.
Se o jornal que mais exemplares vende (não, seguramente, “o mais vendido”) é, só por isso, paradigma de qualidade, o “Correio da Manhã” destaca-se como o diário que merece tal crédito.
Sim, poder-se-á dizer que o Expresso, por sua presença online, também é diário e não semanal.
Porém poder-se-ia acrescentar que é o semanário em papel mais vendido.
Nesta matéria de leitura eu prefiro outras fontes online que me esclarecem melhor sobre o que não se publica em Portugal. Por exemplo: o ataque ontem às refinarias da Aramco; os ataques da Arábia Saudita no Iémen, a deslocação de tropas e material de guerra dos ucranianos em direcção a Donetsk, os movimentos dos B52 americanos escoltados por F16 israelitas no médio oriente (indiciando uma retaliação ao ataque pelo Irão no Iraque)… e muitos outras realidades que indiciam estar a preparar-se um fogo-de-artifício de proporções inimagináveis.
“O mais vendido”.
Sim, é isso mesmo que eles destacam em título. Falando de si próprios dessa forma pouco abonatória.
Há muito deixei de ler jornais portugueses e ver televisão portuguesa. A excepção vai para os directos dos resultados eleitorais e para alguns artigos publicados online que me possam interessar, sem descurar a necessária actualização sobre tendências sociais, mesmo que não concorde com elas.
Qualquer matéria rápida de consulta que entendo útil para minha vida, informação e formação pesquiso nos sítios que tenham essas matérias.
Sempre afirmei que o poder da informação e contra-informação residiria na world wide web. E que aqui residiria a democracia mais abrangente, com o poder de influenciar governos, mais que o voto.
Algumas tecnológicas conhecidas já a usam com poder de censura mesmo sobre as estruturas democraticamente eleitas. A Austrália deu um passo enorme, que necessita ser maior e mais vasto, ao quebrar-lhes esta tendência.
Então não assistiu hoje à tomada de posse do Presidente da República no segundo mandato.
Aida não.
https://tvi24.iol.pt/politica/marcelo-r ebelo-de-sousa/num-tom-de-esperanca-marc elo-recordou-um-ano-demolidor-e-apelou-a-u m-desconfinamento-sensato
Foi por causa de conseguirem que o rapaz do Chega lhes respondesse a umas perguntas!
Já quando perguntaram uma coisas à vendeira da Malveira, foram vendas chorudas . Aquando de terem lançado uma rapariga lá de cima que canta o fado, de cabelo amarelo e comprido e que apareceu como um anjo despido, numa cama, foi a mesma coisa.
É preciso ter arte para a venda!
Os outros jornais só falam de politica e pandemia , ou da guerra do Ultramar , dos descobrimentos , ou do Afonso Henriques, ora , isso “já era” !
Vocês já enjoam, sempre a falar desse partido. Caramba, nem conseguem ver mais nada à frente.
E o pior ainda está para vir.
No mínimo, é mais um Regime de 40 anos, em que o vão ter de ouvir.
Só falta o Sócrates, pós-Lula, para se juntar à festa,
Duvidam?
Então, vamos ver quem tem razão…
Que tem isso a ver com este título do “Expresso”?
Vou reflectir. Talvez encontre alguma ligação.
Estava a referir-me a “sempre a falar desse partido”.
Quanto ao título do Expresso, foi uma auto-crítica, de quem sabe a quem está vendido…
“Vendido”….Hummm…
O termo “Prostituído” ainda está em circulação?…
JSP