«O que o governo aqui hoje apresenta é um esforço — e um esforço sério — para ir de encontro às necessidades (…)»
(Primeiro-ministro na Assembleia da República, hoje à tarde.)
«O que o governo aqui hoje apresenta é um esforço — e um esforço sério — para ir de encontro às necessidades (…)»
(Primeiro-ministro na Assembleia da República, hoje à tarde.)
Caro João Carvalho:
Será que ainda há PORTUGUESES que ainda acreditam neste “vendedor de banha da cobra”?
Pergunto eu e os restantes PORTUGUESES que não têm crédito habitação mas têm problemas com um dos conjuges desempregado esses têm apoio de quem?
Cada vez que oiço este sr. não sei porquê parece que estou a ver o Hitler, mas sem bigode, e como sabemos também era um expert em propaganda e tinha uma corja de seguidores que faziam o “culto ao lider”. Estou farto.
Abraço amigo e olhe pum!
O João Carvalho é muito incompreendido…
Finalmente, alguém que me compreende. Posso contar consigo, Cristina?…
Pum! Abraço, Carlos.
Os políticos adoram ir de encontro… Já Costa Neves, quando concorreu à presidência do Governo Regional dos Açores, fartou-se de “ir de enconro a”… não sei se foi por causa disso que foi largamente derrotado. Já fiz 2 crónicas no Açoriano Oriental sobre esse erro. Argh!!!!
Só fiz uma (recentemente) no ‘Açoriano Oriental’ (um dos jornais mais antigos da Europa), mas ocupou duas páginas completas (com fotos, bem entendido).
Porém, a minha «foi ao encontro de» coisa bem diferente: a passagem (e estadia) de D. Pedro IV e do Exército Libertador por São Miguel, em 1832.
(Foi só para dizer que também publico em Ponta Delgada. Hehehe…)
E fez muito bem, só tenho pena de não a ter lido! Ainda por cima sobre uma época interessantíssima da nossa história! Quanto às minhas crónicas no AO, bem, como vivo aqui, é mais comum que aqui publique. São crónicas sobre comunicação, ao domingo. Vou estar atenta aos seus textos no futuro!
O que não é tão comum é eu publicar. Mas, como também vivo aqui, é natural que me interesse pela História que envolve os Açores.
Pois não fazia a mais pálida ideia de que estava a “teclar” com um conterrâneo! O mundo é pequeno e os Açores ainda mais! 🙂
Não propriamente um conterrâneo. Mas ainda não sei se adoptei, se fui adoptado…
Ferpeitamente! Conheço muitos casos! Não se esqueça que, com o (malfadado) acordo ortográfico aquele P vai ter de cair… para as profundezas…
We must stop meeting like this.
Farpaitement!
Em português ou em acordortografiquês, não me importo de ser conterrâneo.
We must indeed.
Esta é um clássico, João
É que é mesmo, Leonor.
De encontro às minhas necessidades é que ele não vai de certeza, que eu não deixo.
Era o 1que faltava.
Apoiado.
João, vá lá… dê um desconto. É que o discurso era escrito, e tinha sido feito num Magalhães…
Ah!…
que este governo vai de encontro a tudo já sabíamos, só faltava a confirmação.
Mas é que deve ser isso mesmo…
Esforço? Necessidades? Estará ele com obstipação?
Não haverá casa-de-banho no Palácio do Esforço? Ou no outro?…
E nós vamos de encontro a ele durante mais 4 anos.
É bem possível.