16 comentários em “Cuidado com as carteiras”

    1. Fizeste muito bem, Fernando. O estado – este estado – é capaz de tudo. Até de roubar um apartamento a uma senhora morta há nove anos, a pretexto de uma dívida inferior a 1500 euros, vendendo-o por 30 mil euros. Já faltou mais para abrir a caça ‘tributária’ aos porquinhos mealheiros.

  1. Quanto mais, melhor!

    Era uma vez um défice que vive nas bocas do mundo. Dia sim, dia sim, o défice dá sinais de vida. Há mais défice para além da vida! Muito mais, infelizmente. Com mais ou menos austeridade, o défice permanece bem activo e devastador, alimentando a insustentável gula do Gigante, claro. Qual parasita social! E, paulatinamente, a economia vai definhando. Contra factos não há argumentos.

    Nestas condições, a existência do défice assemelha-se, de facto, a um parasita num organismo debilitado. Pouco a pouco, ganha força à custa de outros, a começar pelos mais fracos. Destrói tudo o que lhe apareça à frente, sobretudo empresas e empregos. Vale quase tudo, por enquanto, menos tirar olhos. E o Gigante assiste, impávido e sereno, a tal espectáculo deprimente. Pudera! Grão a grão, o buraco vai aumentando.

    A falta de vergonha, extinta há algum tempo, permite que muitos se regozijem com a utilização de truques contabilísticos habilidosos, mas igualmente lodosos. Ou seja, a contabilidade criativa que transforma fundos de pensões em pozinhos orçamentais. Realmente, é muita criatividade para tanta trafulhice. As aparências iludem, alguns… Mais tarde ou mais cedo, pagaremos bem caro tais números ilusionistas miseráveis. Não há almoços grátis, definitivamente. Os números reais não enganam! Como o algodão…

    Deste modo, repetem-se os PEC’s (Programa de Estabilidade e Crescimento). Como em qualquer sequela cinematográfica, a paciência esgota-se. Reparem, até a própria designação é falaciosa, logo, chunga. Miseravelmente, chunga. O que é que esses programas têm de estabilidade? Bem, crescimento só se for da carga fiscal. O Gigante, por sua vez, adora PEC’s. Quantos mais, melhor! Se a aldrabice pagasse impostos, rapidamente teríamos superávite em vez de défice.

  2. “Nariz que Newton não quis

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    "Nariz que Newton não quis <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Descrever-lle</A> a diagonal <BR>Nariz de massa infernal <BR>Que se o cálculo não erra <BR>Posto entre o sol e a terra <BR>Dava eclipse total"
    1. A ver se sai: “Nariz que Newton não quis, descrever-lhe a diagonal, nariz de massa infernal, que se o cálculo não erra, posto entre o sol e a terra, dava eclipse total”.

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