cuidado com as carteiras? Dificilmente alguém ainda tem dinheiro na carteira para alguma coisa… bem vistas as coisas o Pedro tem razão, só falta levarem as carteiras.
Fizeste muito bem, Fernando. O estado – este estado – é capaz de tudo. Até de roubar um apartamento a uma senhora morta há nove anos, a pretexto de uma dívida inferior a 1500 euros, vendendo-o por 30 mil euros. Já faltou mais para abrir a caça ‘tributária’ aos porquinhos mealheiros.
Era uma vez um défice que vive nas bocas do mundo. Dia sim, dia sim, o défice dá sinais de vida. Há mais défice para além da vida! Muito mais, infelizmente. Com mais ou menos austeridade, o défice permanece bem activo e devastador, alimentando a insustentável gula do Gigante, claro. Qual parasita social! E, paulatinamente, a economia vai definhando. Contra factos não há argumentos.
Nestas condições, a existência do défice assemelha-se, de facto, a um parasita num organismo debilitado. Pouco a pouco, ganha força à custa de outros, a começar pelos mais fracos. Destrói tudo o que lhe apareça à frente, sobretudo empresas e empregos. Vale quase tudo, por enquanto, menos tirar olhos. E o Gigante assiste, impávido e sereno, a tal espectáculo deprimente. Pudera! Grão a grão, o buraco vai aumentando.
A falta de vergonha, extinta há algum tempo, permite que muitos se regozijem com a utilização de truques contabilísticos habilidosos, mas igualmente lodosos. Ou seja, a contabilidade criativa que transforma fundos de pensões em pozinhos orçamentais. Realmente, é muita criatividade para tanta trafulhice. As aparências iludem, alguns… Mais tarde ou mais cedo, pagaremos bem caro tais números ilusionistas miseráveis. Não há almoços grátis, definitivamente. Os números reais não enganam! Como o algodão…
Deste modo, repetem-se os PEC’s (Programa de Estabilidade e Crescimento). Como em qualquer sequela cinematográfica, a paciência esgota-se. Reparem, até a própria designação é falaciosa, logo, chunga. Miseravelmente, chunga. O que é que esses programas têm de estabilidade? Bem, crescimento só se for da carga fiscal. O Gigante, por sua vez, adora PEC’s. Quantos mais, melhor! Se a aldrabice pagasse impostos, rapidamente teríamos superávite em vez de défice.
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"Nariz que Newton não quis <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Descrever-lle</A> a diagonal <BR>Nariz de massa infernal <BR>Que se o cálculo não erra <BR>Posto entre o sol e a terra <BR>Dava eclipse total"
A ver se sai: “Nariz que Newton não quis, descrever-lhe a diagonal, nariz de massa infernal, que se o cálculo não erra, posto entre o sol e a terra, dava eclipse total”.
cuidado com as carteiras? Dificilmente alguém ainda tem dinheiro na carteira para alguma coisa… bem vistas as coisas o Pedro tem razão, só falta levarem as carteiras.
É isso mesmo, Daniel.
Por via das dúvidas escondi o porquinho da minha filha. Nunca se sabe do que o Estado é capaz….
Fizeste muito bem, Fernando. O estado – este estado – é capaz de tudo. Até de roubar um apartamento a uma senhora morta há nove anos, a pretexto de uma dívida inferior a 1500 euros, vendendo-o por 30 mil euros. Já faltou mais para abrir a caça ‘tributária’ aos porquinhos mealheiros.
Quanto mais, melhor!
Era uma vez um défice que vive nas bocas do mundo. Dia sim, dia sim, o défice dá sinais de vida. Há mais défice para além da vida! Muito mais, infelizmente. Com mais ou menos austeridade, o défice permanece bem activo e devastador, alimentando a insustentável gula do Gigante, claro. Qual parasita social! E, paulatinamente, a economia vai definhando. Contra factos não há argumentos.
Nestas condições, a existência do défice assemelha-se, de facto, a um parasita num organismo debilitado. Pouco a pouco, ganha força à custa de outros, a começar pelos mais fracos. Destrói tudo o que lhe apareça à frente, sobretudo empresas e empregos. Vale quase tudo, por enquanto, menos tirar olhos. E o Gigante assiste, impávido e sereno, a tal espectáculo deprimente. Pudera! Grão a grão, o buraco vai aumentando.
A falta de vergonha, extinta há algum tempo, permite que muitos se regozijem com a utilização de truques contabilísticos habilidosos, mas igualmente lodosos. Ou seja, a contabilidade criativa que transforma fundos de pensões em pozinhos orçamentais. Realmente, é muita criatividade para tanta trafulhice. As aparências iludem, alguns… Mais tarde ou mais cedo, pagaremos bem caro tais números ilusionistas miseráveis. Não há almoços grátis, definitivamente. Os números reais não enganam! Como o algodão…
Deste modo, repetem-se os PEC’s (Programa de Estabilidade e Crescimento). Como em qualquer sequela cinematográfica, a paciência esgota-se. Reparem, até a própria designação é falaciosa, logo, chunga. Miseravelmente, chunga. O que é que esses programas têm de estabilidade? Bem, crescimento só se for da carga fiscal. O Gigante, por sua vez, adora PEC’s. Quantos mais, melhor! Se a aldrabice pagasse impostos, rapidamente teríamos superávite em vez de défice.
Lamentavelmente, caro Gonçalo, o nosso maior défice é de competência governativa.
Há quatro dias atrás, a execução orçamental era excelente, e o PM não entendia como é que havia alguém incomodado com números tão bons…
Em quatro dias o mundo muda muito, Paulo.
A minha já foi assaltada desde o princípio do ano. Pertenço ao grupo dos bodes expiatórios… sem direito de regresso sobre o Estado.
Só escapam as carteirinhas socialistas, Laura.
a minha já está vazia…
totalmente
Sinta-se pelo menos muito acompanhado nessa matéria, meu caro.
“Nariz que Newton não quis
Mãos ao Ar! – Passa para cá o teu salário!
A ver se sai: “Nariz que Newton não quis, descrever-lhe a diagonal, nariz de massa infernal, que se o cálculo não erra, posto entre o sol e a terra, dava eclipse total”.
Eheheheh. Esse não era o nariz da Cleópatra, de certeza.