Cry me a river, Argentina


Rui Rocha,

A Argentina kirchnerista das estatísticas manipuladas, da inflação martelada, em todo o seu esplendor. Uma entrevista lamentável do ministro da economia e finanças públicas Hernán Lorenzino que acaba por pedir a sua interrupção com a frase: me quiero ir.

 

3 comentários em “Cry me a river, Argentina”

  1. Parece nada, zero, comparado com a revelação de que há “armas de destruição em massa” saídas de “panelas de pressão”.
    É toda uma nova justificação para as operações no deserto, e futura intervenção preventiva em restaurantes italianos, que escondem massas bolonhesas e carbonaras.

    À atenção dos donos de Bimbys, e panelas semelhantes…

    Esta manipulação das noções em comunicação social, torna os argentinos autênticos Bambis.

  2. Esqueceu-se de referir os mortos. Nunca noticiados por cá.

    E fez bem o Maia falar da infame nova designação de armas de destruição em massa aplicadas a panelas de pressão. Algo que como vem de Obama, de Democratas e da Esquerda já dá salvo conduto para tudo devido à monocultura jornalista.

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