Marc Chagal, “Golgotha”, 1912
Francis Bacon, “Fragment of a crucifixion”, 1950
Léon Ferrari, “Western-Christian Civilization”, 1965
Chris Burden, “Trans fixed”, 1974

Hughie O’Donoghue, “Blue crucifixion”, 1993-2002

Bernard Pras, “Christ”, 2002
Andrés Garcia Ibanez, “El Cristo de la Muerte”, 2003
David Mach, “Die harder”, 2010




Tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais no Tav. E depois , quem nunca na vida foi crucificado, que atire a primeira pedra.
Belas representações da Cruz.
Símbolo ou demonstração da vitória sobre duas mortes: a ontológica (morte do ser); e, para os que crêem, os que vêem a Vida para além da Cruz, para lá do túmulo, na glória da ressurreição.
A vitória da Cruz revela-nos que a sociedade nos mais diversos modelos não é capaz de cercear a Vida que se impõe e que o deseja ser custe o que custar. Só quem recusa os mortais modelos sociais, nas suas mais diversas expressões, pode ser Fonte de Vida eterna e de abundância.
Ao mesmo tempo, já para lá do túmulo, continua a ser Fonte Libertadora que suflando o Saber e o Sabor desta mesma Vida é capaz de fazer compreender que na natureza humana se encontra em simultâneo a raíz da Vida e da Morte.
Tudo isto por ser tangível por piegas e fortalhaços, por todos nós.