Fiquei com a percepção que Hollande pretendeu dizer que a mudança de política é inetável. Por qualquer motivo que eu nunca percebi – é ainda matéria de minha reflexão – nunca os franceses e também os ingleses foram actores de mudanças nesta Europa (entenda-se bem pelas consequências das políticas que conduziram às I e II Guerras, assim como do que protagonizaram Daladier e Chamberlain. Agiram tarde demais). A minha esperança nesta crise coloca-se fundamentalmente no que poderá ser “jogado” entre a China, Japão, EUA, URSS e algumas potências emergentes, em particular a Índia e América Latina (aguardemos também pelos resultados da cimeira entre China e EUA). Por outro lado, o senhor Hollande e seus conselheiros devem avaliar muito bem suas políticas relativamente à situação da Síria. Os acontecimentos na Turquia têm revelado que existe uma capacidade extraordinariamente refinada de colocar aliados da Nato a ferro e fogo. Israel já se apercebeu que não tem capacidade para uma intervenção directa e a solo no Irão. As grandes potências, a até mesmo as “águias” do pentagono, já se deram conta que a produção nuclear no Irão não constitui uma ameaça para o mundo, a até, de certa forma, a legitimam.
Por isto mesmo espero que Hollande, na questão Síria, não embarque a Europa numa aventura que lhe será fatal.
Resolvamos a crise na Europa como gente madura, sejamos coesos mas não façamos caça às bruxas para “agradar” Israel e justificar a ineficácia dos líderes europeus em lidar com a situação a que conduziram o povo europeu. Israel deve mudar sua política na Palestina, e deve aprender a viver sem levantar eternamente o problema da Shoa. Os seus vizinhos têm o direito de se sentir tão seguros e independentes quanto eles (e o contrário também é verdade, mas calma lá com as eternas chantagens emocionais). A Europa, pela ignorância e imaturidade de seus líderes, já foi neutralizada. Agora a decisão sobre os acontecimentos do mundo travam-se na esfera da China, EUA, Japão e URSS.
Vejo que compreendeu, amigo. Não há URSS, mas Federação RUSSA. E se pensa que a oligarquia terminou, engana-se. Agora, em termos correctos, com algumas excepções, leva por nome URSOS.
Sim,Federação Russa agora sob Putin e amigos.Que em caso de oposição corta o fornecimento de gás durante o Inverno.A bela foto que exibe no seu postal é o retrato de uma Europa pateta-alegre,de esquerda,socialista.
PARIS (Reuters) – All of France will have to participate in reforms to the country’s pension system, a minister said on Sunday, fanning expectations that an advisory panel due to report next week could recommend a major overhaul.
“Let us be clear: to save our pensions system, everyone will have to make an effort,” Social Affairs Minister Marisol Touraine was quoted as telling newspaper Le Parisien on Sunday.
Bolas, que com esse profissional o Choninhas Seguro ainda tem muito que aprender.
Fiquei com a percepção que Hollande pretendeu dizer que a mudança de política é inetável. Por qualquer motivo que eu nunca percebi – é ainda matéria de minha reflexão – nunca os franceses e também os ingleses foram actores de mudanças nesta Europa (entenda-se bem pelas consequências das políticas que conduziram às I e II Guerras, assim como do que protagonizaram Daladier e Chamberlain. Agiram tarde demais).
A minha esperança nesta crise coloca-se fundamentalmente no que poderá ser “jogado” entre a China, Japão, EUA, URSS e algumas potências emergentes, em particular a Índia e América Latina (aguardemos também pelos resultados da cimeira entre China e EUA).
Por outro lado, o senhor Hollande e seus conselheiros devem avaliar muito bem suas políticas relativamente à situação da Síria. Os acontecimentos na Turquia têm revelado que existe uma capacidade extraordinariamente refinada de colocar aliados da Nato a ferro e fogo.
Israel já se apercebeu que não tem capacidade para uma intervenção directa e a solo no Irão. As grandes potências, a até mesmo as “águias” do pentagono, já se deram conta que a produção nuclear no Irão não constitui uma ameaça para o mundo, a até, de certa forma, a legitimam.
Por isto mesmo espero que Hollande, na questão Síria, não embarque a Europa numa aventura que lhe será fatal.
Resolvamos a crise na Europa como gente madura, sejamos coesos mas não façamos caça às bruxas para “agradar” Israel e justificar a ineficácia dos líderes europeus em lidar com a situação a que conduziram o povo europeu. Israel deve mudar sua política na Palestina, e deve aprender a viver sem levantar eternamente o problema da Shoa. Os seus vizinhos têm o direito de se sentir tão seguros e independentes quanto eles (e o contrário também é verdade, mas calma lá com as eternas chantagens emocionais).
A Europa, pela ignorância e imaturidade de seus líderes, já foi neutralizada. Agora a decisão sobre os acontecimentos do mundo travam-se na esfera da China, EUA, Japão e URSS.
URSS??
Vejo que compreendeu, amigo. Não há URSS, mas Federação RUSSA. E se pensa que a oligarquia terminou, engana-se. Agora, em termos correctos, com algumas excepções, leva por nome URSOS.
Sim,Federação Russa agora sob Putin e amigos.Que em caso de oposição corta o fornecimento de gás durante o Inverno.A bela foto que exibe no seu postal é o retrato de uma Europa pateta-alegre,de esquerda,socialista.
Coitado do homem, ele nem sabe o que se passa na casa dele.
http://www.independent.co.uk/news/busine ss/news/france-faces-deeper-recession-th an-we-feared-warns-imf-8644774.html
Europa:nave de loucos.
Heheh grande escolha de foto
Adenda:
http://news.yahoo.com/france-must-prepar e-pension-reform-183347019.html
PARIS (Reuters) – All of France will have to participate in reforms to the country’s pension system, a minister said on Sunday, fanning expectations that an advisory panel due to report next week could recommend a major overhaul.
“Let us be clear: to save our pensions system, everyone will have to make an effort,” Social Affairs Minister Marisol Touraine was quoted as telling newspaper Le Parisien on Sunday.