Com ou sem tracinhos, foi daquelas músicas a metro que o quarteto de Merseyside teve a triste ideia de fazer, como o ” Maxwell’s silver hammer ” e tal …nem sempre haveria inspiração para um Let it be ou the long and winding road …
Essa faz-me lembrar outra. Será que vamos passar a ter só traço continuo na estrada? De qualquer modo, ao preço a que a gasolina está, qualquer manobra de ultrapassagem sai cada vez mais dispendiosa. Até na estrada temos de começar a viver mediante as nossas possibilidades, bem como adaptar comportamentos similares a outras circunstancias. Andar encarneirado, como em tudo o resto.
A sorte do «acordo» joga-se nestes dias. A actividade censória e a sabotagem de discussões por parte dos partidários do acordo tem sido intensa. Conviria não darmos uma imagem da nossa menoridade mental, num assunto que em França levou, entre outras manifestações, a um protesto solene de todos os laureados com o Prémio Nobel. Será que é vocação nossa não percebermos que o que está em jogo nos transcende? Estaremos condenados à piadola afadistada? Será que não nos sobra nada de um sentido, mesmo ténue, de dignidade?
Depende se o La é considerado uma palavra ou elemento de ligação. Cor de rosa deixa de ter hifens sexta-feira não….
hum… Lalalalalala… ou la-la-la-la-la-la?…
Com ou sem tracinhos, foi daquelas músicas a metro que o quarteto de Merseyside teve a triste ideia de fazer, como o ” Maxwell’s silver hammer ” e tal …nem sempre haveria inspiração para um Let it be ou the long and winding road …
Certo.
O que posso garantir é que nós escreveremos sempre com tracinhos. :)))
Eis uma decisão que me agrada.
Essa faz-me lembrar outra.
Será que vamos passar a ter só traço continuo na estrada?
De qualquer modo, ao preço a que a gasolina está, qualquer manobra de ultrapassagem sai cada vez mais dispendiosa.
Até na estrada temos de começar a viver mediante as nossas possibilidades, bem como adaptar comportamentos similares a outras circunstancias. Andar encarneirado, como em tudo o resto.
Ora bem.
Sem tracinhos João. Hífens foram quase todos à vida. Deles, claro!
Não fico convencido!
O que é tracinhos?
(pergunta de alguém no próximo século)
Tudo isto dá uma bela fição
No doubt.
A sorte do «acordo» joga-se nestes dias. A actividade censória e a sabotagem de discussões por parte dos partidários do acordo tem sido intensa.
Conviria não darmos uma imagem da nossa menoridade mental, num assunto que em França levou, entre outras manifestações, a um protesto solene de todos os laureados com o Prémio Nobel.
Será que é vocação nossa não percebermos que o que está em jogo nos transcende? Estaremos condenados à piadola afadistada? Será que não nos sobra nada de um sentido, mesmo ténue, de dignidade?
Berm observado. Apenas uma dúvida: o que haverá em jogo num pretenso acordo ortográfico sobre a nossa Língua que possa transcender-nos???