O problema ficou resolvido em Yalta. Quem não perceber isto, salvo o devido respeito, não percebe nada de História. Nem de política.
2 comentários em “Crimeia”
Aqui tem uma das traições feitas à Polónia. Yalta definiu as fronteiras naquele contexto, mas não selou a ambição de parte a parte que o futuro revelou.
E foi também nesta cimeira que Churchill ficou puto da vida com os americanos. Porque estes, com subterfugios, fizeram um pacto com Stalin, concordando com várias reivindicações dos camaradas (a preservação do status quo da Mongólia, o regresso da porção meridional da ilhas Sakhalin e o controlo das ilhas Kurile. Mais ainda, a garantia da não oposição de Chian kai-Shek, então aliado dos EUA, a estas garantias que incluiam uma base naval da URSS na China), em troca do apoio do exército vermelho na guerra contra o Japão. Claro está que seria de extrema importância a conquista de Iwo Jima por parte dos americanos para poderem aí estabelecer uma plataforma de lançamento de ataques contra o Japão com os B29. A era nuclear mudou tudo.
Bem, mas os acordos são feitos à revelia das outras nações ocupadas. Serão legítimos? Será que o direito internacional se pode sobrepôr à vontade dos povos?
A história, ainda que se repita, mostra-nos que é dinâmica, e nenhum facto que lhe concerne permanece ad eternum.
vai ser giro, as pessoas trocarem um regime que tende para a democracia e para aceitar os valores europeus por uma pseudo ditadira semi-comunista. quero ver daqui a 5 anos quando os da crimeira virem o nivel de vida e liberdades do outro lado se vão continuar a achar que é boa ideia pertenser á russia. o que eu acho é que a crimeia deve ter misseis nuclears ou algo do estilo para os russos estarem com tanto afinco naquilo
Aqui tem uma das traições feitas à Polónia. Yalta definiu as fronteiras naquele contexto, mas não selou a ambição de parte a parte que o futuro revelou.
E foi também nesta cimeira que Churchill ficou puto da vida com os americanos. Porque estes, com subterfugios, fizeram um pacto com Stalin, concordando com várias reivindicações dos camaradas (a preservação do status quo da Mongólia, o regresso da porção meridional da ilhas Sakhalin e o controlo das ilhas Kurile. Mais ainda, a garantia da não oposição de Chian kai-Shek, então aliado dos EUA, a estas garantias que incluiam uma base naval da URSS na China), em troca do apoio do exército vermelho na guerra contra o Japão. Claro está que seria de extrema importância a conquista de Iwo Jima por parte dos americanos para poderem aí estabelecer uma plataforma de lançamento de ataques contra o Japão com os B29. A era nuclear mudou tudo.
Bem, mas os acordos são feitos à revelia das outras nações ocupadas. Serão legítimos? Será que o direito internacional se pode sobrepôr à vontade dos povos?
A história, ainda que se repita, mostra-nos que é dinâmica, e nenhum facto que lhe concerne permanece ad eternum.
vai ser giro, as pessoas trocarem um regime que tende para a democracia e para aceitar os valores europeus por uma pseudo ditadira semi-comunista.
quero ver daqui a 5 anos quando os da crimeira virem o nivel de vida e liberdades do outro lado se vão continuar a achar que é boa ideia pertenser á russia. o que eu acho é que a crimeia deve ter misseis nuclears ou algo do estilo para os russos estarem com tanto afinco naquilo