Ele sempre gostou de ir atrás… dos resultados no Sporting, no Real Madrid, na Arábia, na África do Sul, no Japão e atrás, sempre, de Alex Feerguson. E para aqueles que referem a conquista do campeonato do mundo de juniores, lembrar que o obreiro da vitória foi o professor Neca.
Pelo amor de Deus. Nem a brincar… E também julgo que se queria referir ao professor Eduardo Vingada, nos meios futebolísticos conhecido como Nelo Vingada.
Sim, Mdsol. Enganei-me. Foi sim, Nelo Vingada, o homem que Figo, João Pinto, Rui Costa, Fernando Couto e outros reconhecem como o mestre que os levou à conquista do título.
Bom, agora já dá para perceber a táctica do “Mister”! Afinal andaram a correr atrás da derrota, que resultou do resultado, claro! Mas então… devia estar satisfeito, ou não??!! Quem corre assim tem de ser parado numa “operação stop” e, quem sabe, inibição de correr e pena suspensa, que pode aproveitar para tirar um cursinho rápido de iniciação do tipo ” Perca sem correr”. É que isto de correr a modos que é muito pró cansativo.
João alguém devia de fazer um post com as ” tiradas ” deste homem, um dia destes ouvi-o comparar a bola com uma vaca que gosta de relva e tem coiro, depois a malta despiu o fato de macaco e vestiram smoking, agora é usar as camisolitas número abaixo para o corpo. Ainda diziam do Paulo Bento, se lhe apanharem todas estas ” saídas ” inteligentes vão perceber que este homem, é muito á frente…á pois é!
A Sr.ª D. Violante aqui do Lar, viu alguns bocados do jogo. Ela formou ideias claras sobre a causa da nossa derrota. Segundo ela o culpado foi o árbitro que via os espanhóis tirar a bola aos portugueses e não marcava falta. Não é justo! Éramos nós a ter a bola, os outros não tinham nada que a tirar. Também não concordou que, quando um dos nossos passava a bola para um companheiro, havia sempre um espanhol a interceptar esse passe. E o árbitro não marcava falta. Ai! Se a tia Violante fosse para a FIFA, muita coisa mudava.
Muito bom, João. 😀 Faz lembrar o outro (o nome não me vem à memória) que dizia que, se fizesse uma corrida com uma grávida, chegaria em terceiro. Ou a piada do corredor que se deixou atrasar tanto que chegou em primeiro lugar na corrida seguinte.
Penso que o sucesso da Selecção portuguesa no Mundial já estava condenado ao fracasso através de uma convocatória inicial inquinada. De facto, desde opções maioritariamente defensivas que encurtaram o poder ofensivo, passando por naturalizados birrentos em fim de carreira, juntou-se uma gritante falta de ambição. Ao nacionalismo bacoco de cerveja na mão, exacerbado com a goleada à pior selecção do Mundial e apoiado no histerismo da imprensa desportiva, acrescentou-se a vaidade do capitão, ameaçando imolar-se em ketchup! Bastou um tiro da armada invencível para afundar a nau Catrineta, pondo a nu os pecados da FPF, refém de interesses económicos e clubísticos, ou não tivesse esta perdido o estatuto de utilidade pública desportiva.
O estupor do resultado corre muito depressa, não é?
O resultado é um atleta e peras.
Vá lá, vá lá, ainda não ter utilizado aquela futebolistica expressão de correr atrás do prejuízo…
Foi por pouco…
Correr,neste caso, é uma força de expressão. 🙂
É mais tipo, a vã glória de correr!!
Ele sempre gostou de ir atrás… dos resultados no Sporting, no Real Madrid, na Arábia, na África do Sul, no Japão e atrás, sempre, de Alex Feerguson.
E para aqueles que referem a conquista do campeonato do mundo de juniores, lembrar que o obreiro da vitória foi o professor Neca.
Isto de ir atrás… trás “água no bico”, como diria a minha avó!!!
Pelo amor de Deus. Nem a brincar… E também julgo que se queria referir ao professor Eduardo Vingada, nos meios futebolísticos conhecido como Nelo Vingada.
Sim, Mdsol. Enganei-me. Foi sim, Nelo Vingada, o homem que Figo, João Pinto, Rui Costa, Fernando Couto e outros reconhecem como o mestre que os levou à conquista do título.
Portanto, está seguro de que só se enganou no nome. É que, no meu comentário anterior, a questão do nome é secundária.
Bom, agora já dá para perceber a táctica do “Mister”! Afinal andaram a correr atrás da derrota, que resultou do resultado, claro! Mas então… devia estar satisfeito, ou não??!!
Quem corre assim tem de ser parado numa “operação stop” e, quem sabe, inibição de correr e pena suspensa, que pode aproveitar para tirar um cursinho rápido de iniciação do tipo ” Perca sem correr”. É que isto de correr a modos que é muito pró cansativo.
Quem corre por desgosto não descansa. É mantê-los a correr, a correr sempre. Dêem-lhes uma valente corrida.
João alguém devia de fazer um post com as ” tiradas ” deste homem, um dia destes ouvi-o comparar a bola com uma vaca que gosta de relva e tem coiro, depois a malta despiu o fato de macaco e vestiram smoking, agora é usar as camisolitas número abaixo para o corpo. Ainda diziam do Paulo Bento, se lhe apanharem todas estas ” saídas ” inteligentes vão perceber que este homem, é muito á frente…á pois é!
Esse é justamente o problema dele: é muito à frente para correr atrás.
A Sr.ª D. Violante aqui do Lar, viu alguns bocados do jogo. Ela formou ideias claras sobre a causa da nossa derrota. Segundo ela o culpado foi o árbitro que via os espanhóis tirar a bola aos portugueses e não marcava falta. Não é justo! Éramos nós a ter a bola, os outros não tinham nada que a tirar. Também não concordou que, quando um dos nossos passava a bola para um companheiro, havia sempre um espanhol a interceptar esse passe. E o árbitro não marcava falta.
Ai! Se a tia Violante fosse para a FIFA, muita coisa mudava.
Faça o favor de dizer da minha parte à D. Violante que eu sou um fã da clarividência dela.
Muito bom, João. 😀 Faz lembrar o outro (o nome não me vem à memória) que dizia que, se fizesse uma corrida com uma grávida, chegaria em terceiro. Ou a piada do corredor que se deixou atrasar tanto que chegou em primeiro lugar na corrida seguinte.
G’anda Zé!
preferia que correr com o senhor Queiroz.
E o Madaíl?
pode ir no mesmo embrulho.
Penso que o sucesso da Selecção portuguesa no Mundial já estava condenado ao fracasso através de uma convocatória inicial inquinada. De facto, desde opções maioritariamente defensivas que encurtaram o poder ofensivo, passando por naturalizados birrentos em fim de carreira, juntou-se uma gritante falta de ambição. Ao nacionalismo bacoco de cerveja na mão, exacerbado com a goleada à pior selecção do Mundial e apoiado no histerismo da imprensa desportiva, acrescentou-se a vaidade do capitão, ameaçando imolar-se em ketchup! Bastou um tiro da armada invencível para afundar a nau Catrineta, pondo a nu os pecados da FPF, refém de interesses económicos e clubísticos, ou não tivesse esta perdido o estatuto de utilidade pública desportiva.
Acho que V. está certo. O que não admira: os prognósticos depois do jogo são muito mais acertados…
Não, caro João. Eu falei de convocatória inicial inquinada…
Pois falou, mas só falou agora. De qualquer modo, foi apenas por graça que eu o disse.