Conversas em família (3)


Maria Dulce Fernandes,

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Agosto de 2019, Lourinhã, Dino Parque.

Avó, sei que hoje é o teu aniversário, mas será que posso ter também um presente? E que presente seria esse? Um “Pequenodaclet” em esqueleto dentro de um tijolo. Queres dizer um Pterodáctilo não é? Não. Esse não conheço. Queria mesmo um Pequenodaclet. Acho que é mais pequeno e engraçado. Deve ser bem fofinho, não achas, avó? Então não acho!

14 comentários em “Conversas em família (3)”

          1. Pois, Maria Dulce; também não faço ideia.
            Mas vindo dela criei esperançosas expectativas.
            Só pode ser coisinha boa, não?

  1. Supõe-se tê-la presentado, à safada riqueza,com o tal ganso enjaulado no acrílico. Não me bafejaram ainda os deuses com tais pérolas,os potenciais engendradores a esgravatar a vida , precisando mais de garras que de membranas interdigitais e de caixa craniana desenvolvida e blindada.
    Mas não conte nada disto ao tesourinho.
    Delicio-me com essas histórias.

    1. O tal tijolo de presente – que o teve – é na realidade areia enformada e seca com o tal esqueleto de dinossauro ( há vários, de espécies diferentes) dentro. As crianças com água, pincel e um pequeno escopro, “escavam”o seu próprio dinossauro e é uma alegria e um chiqueiro, mas educativo qb. Naquela altura ainda não estava grandemente apreensiva com o futuro, pois tinha decidido ser arqueóloga e coleccionava tudo o que era T-Rex e Triceratops. Afinal, foi por uma excelente causa que passei o meu aniversário no parque dos dinossauros.

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