(foto LUSA/José Sena Goulão)
Para quem estiver interessado, fica aqui o link para o que escrevi sobre a “salgalhada” relativa aos votos dos emigrantes e foi hoje publicado na edição online do Público.
A paciência começa a ser pouca para tanto disparate, mas ainda vamos a tempo de melhorar, tanto mais que a legislatura está no início. Haja vontade e discernimento.

Teria gostado de ler o que o Sérgio tem a dizer sobre o assunto, mas não pude ler porque os artigos no Público são reservados a assinantes.
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o totalitarismo do ps/POLVO continuará em toda a sua incompetência excepto na corrupção
o próximo desgoverno não deve caber no estádio do Jamor
Estamos no início da legislatura para que a bandalheira e salgalhada continue. Quando um país se vê submetido a decisões administrativas de uns quantos que se julgam acima da lei, só revela que a nação continua a saque e desavergonhadamente a usar créditos para assim se manter. E o das selfies mantém o fandango.
Tem toda a razão. Aliás não se entende a divisão em dois círculos – Europa e Fora da Europa -, quando, por norma, os candidatos apresentados pelos Partidos são todos residentes em Portugal. Para quê dividir? Para reinar? Para evitar que os Partidos mais pequenos elejam representantes? Quem souber que responda.
O sistema de votação “por correspondência” e o sistema de votação “em terminais informáticos” -como recentemente se constatou na controversa eleição presidencial nos EUA- não são seguros.
Demonsta-o, indirectamente, o caso nos sistemas informáticos da “Vodafone” aqui em Portugal. Uma empresas sofisticada, altamente informatizada.
Sem dados, específicos, de esse caso “Vodafone”, pode-se especular com generalidades sobre “pirataria”, intromissão informática e, tanto quanto possível, nas respectivas, adequadas defesas.
Neste caso tanto poderá ter sido obra de um introvertido jóvem, alheado, no seu mundo virtual, digital, como poderá ser uma acção (indirectamente?) suportada por um poderoso Estado, em tempo de teste ou com um fito bem definido….
Entre estes extremos talvez um dia se saiba mais alguma coisinha.
Mas mais. Como é possível imaginar até poderá ser uma empresa de proteção de dados ou mesmo um produtor de HW/SH informático, com problemas de tesouraria, e com as usuais pressões os seus acionistas.
Ou ainda um dos milhares intervenientes que paulatinamente têm acesso, com diferentes níveis de utilizador, a um sistema informático.
Não se pode ignorar nadinha neste vunerável universo digital.
Seja uma importante Vodafone ou um (óbviamente vulnerável) sistema de voto digital num País sem o poder IT dos EUA.
Ou, não pondo nenhuma hipótese de lado, “quem parte e reparte…”.
Para bom entendedor meia palavra basta.
“Biden Administration Urges Court Not to Allow Release of ‘Secret Report’ on Dominion Voting Machines.”
https://www.theepochtimes.com
Pondo de lado o problema, “houve ou não falcatrua informática via os terminais de voto, da Dominion, nas eleições que deram a vitória a Biden” o facto é que os sistemas de voto, da Dominion, eram vulneráveis, e com a informação pertinente, serão vulneráveis.