
No postal anterior o Pedro Correia insurge-se contra um pequeno erro ortográfico acontecido na estação televisiva SIC. Não quero contrariar o nosso camarada coordenador, em público ainda para mais. Mas com ele algo discordo, pois considero que devemos matizar um pouco a aversão às instalações ortográficas de índole contemporânea. Dou este exemplo, também recolhido na estação televisiva SIC, local bastante vocacionado para tais desempenhos. Esta minha fotografia é de 30 de Julho. Como qualquer pessoa mais atenta ao futebol (para os mais incautos aduzo bibliografia suficiente) poderá perceber o jornalista (ou “colaborador” como agora sói dizer-se) da SIC não estava a errar mas sim a augurar. Serendipidade, talvez. Ou mesmo profetismo. Deveremos nós cercear este afã em perscrutar o futuro? Aceitemos, pois, com humildade, estes novos rumos. (Orto)Gráficos. E mágicos? …

A história dos erros ortográficos em televisão dava um livro que já seria um calhamaço:).
Seria um best-seller, secção “cómicos”
Hortografia em movimento.
em muvimento, viva a fonética
O único erro que deteto/detecto é que Mateus tem agá, o futebolista chama-se: «Matheus» .
Quanto ao resto não aprecio vasculhar vísceras/augurar.
(parabéns pelo enquadramento, bonitas janelas)
Não tem “h”, foi ele que lhe meteu para “dar estilo”, como já referiu em entrevista. Aceito que não aprecie a análise visceral. Mas, em assim sendo, como pode V. prever o futuro? Como planifica a existência? Lamento sempre os incréus desprotegidos.
Inclino-me perante a comprovada argúcia de Sua Iminência, o bitateiro. Sic.
enclinas-te, melhor dizendo