Contra o patronato explorador


Pedro Correia,

Felizmente existem tribunais do trabalho. Que impedem o patronato explorador de fazer despedimentos sem justa causa e de assumir atitudes prepotentes, dignas de senhores feudais.

Marx tinha razão: os trabalhadores nada têm a perder senão as suas grilhetas. Incluindo as grilhetas impostas pelo partido-patrão.

0 comentários em “Contra o patronato explorador”

  1. Europeístas: uma coisa de fugir, urge o separatismo desse pessoal.
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    DIZER NÃO À ECONOMIA NEO-ESCLAVAGISTA: SEPARATISMO-50-50
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    Economia neo-esclavagista: a ajuda aos pobres deve ser efectuada por meio da degradação das condições da mão-de-obra servil… e não por meio da introdução da Taxa-Tobin.
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    Existe uma tripla de ‘supporters’ da economia neo-esclavagista:
    1- a alta finança;
    2- europeístas (e afins);
    3- migrantes que se consideram seres superiores no caos.
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    Mais:
    – Os «grupos rebeldes» (daesh e outros), não possuem fábricas de armamento… no entanto, máfias do armamento fornecem-lhes armas… para depois terem acesso a recursos naturais (petróleo, etc) ao desbarato, e para depois deslocarem refugiados para locais aonde existem investimentos interessados em mão-de-obra servil de baixo custo.
    Ora, em vez de chamar à responsabilidade aqueles países que estão a fornecer armas aos «grupos rebeldes», ou seja, os países aonde a máfia do armamento possui as suas fábricas… os europeístas fazem outra coisa: decretam sanções contra os países que não permitem a chegada de mão-de-obra servil ao desbarato (refugiados) aos investimentos interessados em tal.
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    Urge dizer à elite deste sistema o mesmo que foi dito aos construtores de caravelas esclavagistas: a não existência de mão-de-obra servil ao desbarato não vai ser o fim da economia… vão continuar a existir muitas oportunidades de negócio (nomeadamente introduzindo mais tecnologia)!
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    O MOVIMENTO-50-50:
    1- defende o investimento em tecnologia que permita aumentar a produtividade, para que dessa forma, seja possível aumentar os ordenados às pessoas;
    2- defende respeito pela Diversidade;
    3- defende respeito pela Justiça Social;
    4- defende respeito pelos Povos de Menor Pegada-Ecológica;
    5- defende um planeta aonde povos autóctones possam viver e prosperar ao seu ritmo;
    6- defende uma sociedade que premeie quem se esforce mais (socialismo, não obrigado)… mas que, todavia, no entanto… seja uma sociedade que respeite os Direitos da mão-de-obra servil.
    —» Todos Diferentes, Todos Iguais… isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o seu espaço no planeta –»» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
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    Nota: Os ‘globalization-lovers’, UE-lovers. smartphone-lovers (i.e., os indiferentes para com as questões políticas), etc, que fiquem na sua… desde que respeitem os Direitos dos outros… e vice-versa.
    -»»» blog http://separatismo–50–50.blogspot.com/
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    P.S.
    Migrantes naturalizados são contra o separatismo-50-50… com efeito, o seu problema não é a integração… com a sua demografia imparável em relação aos nativos, o seu problema é serem Donos Disto Tudo.

  2. “todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais do que outros” já dizia o George 😉

      1. Se eu fosse o PCP responderia que a lei é injusta, por isso a contestamos, mas que por enquanto é a lei e nós respeitamos a lei.

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