ARTIGO DEFINIDO
Percebeu que ele era culto, quando disse gostar dos Carmina Burana e não da Carmina Burana. Percebeu que era snob, quando acrescentou: “mas na versão de Clemencic, e não nessa reconstrução quase desinteressante de Carl Orff”.
ARTIGO DEFINIDO
Percebeu que ele era culto, quando disse gostar dos Carmina Burana e não da Carmina Burana. Percebeu que era snob, quando acrescentou: “mas na versão de Clemencic, e não nessa reconstrução quase desinteressante de Carl Orff”.
Ana, …e quando é o destinatário da comunicação a impôr-se numa altiva negação, isto é, aquilo que na vulgaridade do quotidiano se ouve com um “estás a inventar”?
Acredite…que papagaio há muito; mas também há os invejosos de um património adquirido por décadas e que dizem “tás a inbentár”, em vez de ter o ónus de descobrir se há ou não invenção.
Mas, o melhor…é dizer-lhes: Portugal teve sempre poucos inventores, poetas, filósofos, … …substância.
A ignorância às vezes é uma bênção, Monge… silésio ou benedictino?
O que, pelo menos, sabia latim. Adoro estes ínfimos, Ana.
Errata: *ou que*
Era um snob com graça… e sabia latim. 😉
Pelo menos tinha bom gosto, na minha modesta e nada snob opinião 🙂
Pois tinha, Luís.
Delicioso este teu ínfimo. Ainda bem que ele não a confundiu com a Carminho…
Eh eh eh. Nada que fosse impossível com algumas pessoas que há por aí, não é?
E, diga-me, quando percebeu, apaixonou-se?
Isso é uma coisa que vamos ter de perguntar à protagonista deste conto, Gi. Mas pelo menos o artigo ficou definido. 🙂