VOZES
Tinha dentro de si um coro de vozes dissonantes, sem pauta nem maestro que pudesse harmonizá-las, e todas com a secreta ambição de uma carreira a solo. Até que, um dia, só o silêncio subiu ao palco.
VOZES
Tinha dentro de si um coro de vozes dissonantes, sem pauta nem maestro que pudesse harmonizá-las, e todas com a secreta ambição de uma carreira a solo. Até que, um dia, só o silêncio subiu ao palco.
🙂
gostei
Thanks, Ginja. 🙂
E, creio, terá sido, finalmente, um sucesso!
Palpita-me que sim, Helena.
O que prova que nem sempre da discussão (interna) nasce a luz.
Muitas vezes só nasce mais escuridão, é verdade.
Amadurecera.
Ou rendera-se…
Estes contos só são ínfimos no que às palavras respeita 🙂
São sobretudo exercícios de contenção, Ivone. 🙂
reza a história (da música) que não terá sido algo do genéro que levou john cage a “compor” o tema “4’33”. mas quem sabe…
e depois, por vezes, “silence is golden”:
http://www.youtube.com/watch?v=pyj2qL-bQ 4E
e sobre os “sons do silêncio”, acredito que estão sempre tão presentes que relembrar se torna um conceito inútil.