Contos ínfimos (11)


Ana Vidal,

FEITIÇO

 

Era uma vez um príncipe tão feio e tão triste, que foram precisos muitos séculos até que uma rã especialmente generosa o beijasse. Liberto enfim do terrível feitiço da realeza, voltou à sua verde e reluzente condição de sapo, casou com ela e foram felizes para sempre no sapal mais próximo.

17 comentários em “Contos ínfimos (11)”

  1. Profundos e indeléveis sentimentos, infelizmente hoje tão arredados deste mundo materialista.
    Nem eu, modéstia à parte, descreveria melhor tão belíssimos sentimentos de amor.
    Eheh…

  2. Não sei porquê, nem porque não e dei comigo a pensar na dinastia dos Braganças… vá-se lá saber porquê ?

  3. Ou seja, assaparam e deram nome e designação a uma rede multimédia.
    Quem sabe a rã não comete idêntico acto de misericórdia com o Pinto “Embalsamado” ou “Bolsa na Mão”?
    Lets On Going?

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