FEITIÇO
Era uma vez um príncipe tão feio e tão triste, que foram precisos muitos séculos até que uma rã especialmente generosa o beijasse. Liberto enfim do terrível feitiço da realeza, voltou à sua verde e reluzente condição de sapo, casou com ela e foram felizes para sempre no sapal mais próximo.

Nada como a vidinha de sapo.

Esta vida não está para príncipes…
Essa é que é essa.

Este post contou com o alto patrocínio da “SAPO – MEO – TMN – PT
Não contou, mas tenho pena… espero que eles me leiam! 🙂
Profundos e indeléveis sentimentos, infelizmente hoje tão arredados deste mundo materialista.
Nem eu, modéstia à parte, descreveria melhor tão belíssimos sentimentos de amor.
Eheh…
Eh eh eh
Não sei porquê, nem porque não e dei comigo a pensar na dinastia dos Braganças… vá-se lá saber porquê ?
O sapal, talvez…
Ou seja, assaparam e deram nome e designação a uma rede multimédia.
Quem sabe a rã não comete idêntico acto de misericórdia com o Pinto “Embalsamado” ou “Bolsa na Mão”?
Lets On Going?
Não pode, Dressed. Se ela se separa do sapo ele vira príncipe outra vez, coitado.
Os sapos andam com muita saída…não há anúncio que os não use!
Tens razão. Porque será?
Genial!
Obrigada, Cristina.

Bem em queria parecer que os príncipes eram sapos disfarçados. Belo twist não haja dúvida.
Twist and shout, patrício. 😉
E alguns deles muito mal disfarçados, diga-se.