CARPE DIEM,
tinha ela escrito na t-shirt, em letras fluorescentes. Mas o latim não era o seu forte, traduzira mal o lema: tudo o que fazia dos seus dias, era carpi-los.
CARPE DIEM,
tinha ela escrito na t-shirt, em letras fluorescentes. Mas o latim não era o seu forte, traduzira mal o lema: tudo o que fazia dos seus dias, era carpi-los.
🙂
Lost in translation. EhEh!
Isso mesmo, Teresa. Tanto latim para nada. 🙂
Imagino-a chorosa, na margem de um lago com carpas ou no sopé de uma montanha escarpada.
Um lago para onde ela dá um salto encarpado, tentando um suicídio com estilo?
eh eh 🙂 E a sorte que foi não ter escolhido a que dizia ‘Sursum Corda’?
Coitada, a esta hora já se tinha enforcado. lol
Grande microconto, Ana. Passe o paradoxo.
Passou. E obrigada. 🙂
Não lamentem a moça… ela carpia os dias mas, curtia as noites, bués!
;)))
Humm, não me parece. Quem curte as noites bués não fica a carpir os dias…
Ai não, que não… é com cada dor de cabeça, caté parece co mundo nos desabou em cima…
Genial!
Eu sempre disse que o latim é a base, é a basezinha.
Já agora, como reagiria o nosso jaa a uma t-shirt com frase em latim?
Também me lembrei disso… 🙂
Querem a verdade? Como não sou dado a apreciar apenas exteriores, dependeria do conteúdo. 🙂
Excelente conto, Ana.
Obrigada, Jaa. E espero que no conteúdo nunca te calhe em sorte uma língua morta… 🙂
porque será que algumas mulheres confundem “carpe diem” com “scarpe diem”?
http://www.shopstyle.com/browse/Scarpe-D iem#./Scarpe-Diem?pos=0_90
Eu sou uma delas, Carlos. Comprar sapatos é garantia de um dia bem aproveitado!