
«A Guiné-Bissau é uma República soberana, democrática, laica e unitária.»
«1 – A soberania nacional da República da Guiné-Bissau reside no povo.
2- O povo exerce o poder político directamente ou através dos órgãos de poder eleitos democraticamente.»
Artigos 1.º e 2.º da Constituição da República da Guiné-Bissau

‘ parlapiê escanifobético’
Estes aqui põem o “laica” logo na primeira frase, porque a questão religiosa lá na Guiné-Bissau não é trivial – grande parte – mas não a maioria – da população é muçulmana.
Na questão religiosa tem sido pacífica o relacionamento da população.
Mas, se por um lado tem aparecido no interior igrejas evangélicas também tem aparecido no mesmo local raparigas com o lenço a cobrir a cabeça só ficando o rosto à mostra.
O que não acontecia, nenhum dos casos, até 1974. Inclusive, também nas tabancas muçulmanas era usual as raparigas e mulheres andar de tronco ao léu, para gaudio dos soldados metropolitanos.
A guine-bissau é uma narco-republica
pensei que era bisnau « bis·nau bis·nau. (origem duvidosa, talvez do latim avis mala, ave de mau agoiro). »
Têm uma bandeira bonita! Nem tudo é mau.
Prefiro a actual bandeira de Cabo Verde.
Uma que talvez fosse interessante ser mais divulgada, seria a que diz isto:
“In order to preserve, foster and maintain the positive Liberian culture, values and character, only persons who are Negroes or of Negro descent shall qualify by birth or by naturalization to be citizens of Liberia.”
Quando ouço a gritaria sobre “racismo estrutural” na Europa e USA, lembro-me sempre deste simpático artigo constitucional, e ainda mais da sua aplicação prática, que faz com que, quando nasce um bebé mestiço na Libéria, este tenha que ser apresentado às autoridades competentes para estas determinarem se é suficientemente escuro para poder ter direito a ser cidadão do país onde nasceu…