O congresso do PS foi interrompido ontem ao fim do dia pelo apagão no recinto em que decorria. Não houve capacidade tecnológica que resolvesse o caso e o dia acabou assim mesmo, porque a luz não regressou.
Cá fora, toda a gente tinha algo a dizer, com algumas figuras mais destacadas a aproveitar o transtorno para dar palpites em sentido figurado. Porém, não houve farol que iluminasse outro sentido que não fosse o da saída de cena.

O quadro não aguentou tanta força da mudança.
Da mudança tecnológica, certamente…
O “concílio” ficou na escuridão
através de um ataque terrorista,
a arrogância é uma imensidão
nesta gente “oportunista”.
O mexilhão atento
a estes eventos domingueiros,
tamanho é o desalento
nestes políticos pantomineiros!
Muito fresca!
Confirmou-se assim o que Sócrates já tinha denunciado: afinal existe mesmo uma ‘campanha negra’.
Dizia uma militante rústica à saída: «Isto são coisas que ‘acontece’, não é? São coisas que ‘acontece’!» Pois acontece: são os “poderes ocultos” sempre a zelar para que aconteça…
João, que texto inspirado!
Como adoro metáforas, esta soube-me mesmo bem!
Ainda bem, Ana. Hehehe…
Foi o Darth Wader, o lado negro da força eheheh
O apagão foi para dar “mais colorido” ao Congresso… estava muito cinzento…
‘E. Ficou com as cores da fuga…