
“Mr. Johnson has crumbled because he repeatedly failed to tell the truth to Parliament and the nation about Downing Street´s bacchanals. First he declared tht his staff did not hold parties. When that was disproved, he denied knowing about them. When it emerged that he had been at one, he said he had not realised they counted as parties. And when it was claimed that he had been warned they did, he seemed to suggest that he misunderstood the rules his own government had drafted. It is a pattern that stretches back to his time as journalist, when he lied to his editors; to when he was an editor, when he lied to his proprietor; and to when he was a shadow minister, when he lied to his party´s leader.” (The parable of Boris Johnson, The Economist, January 22nd 2022).
Está assim confirmado o que há uns anos aqui se escreveu.
Pelo que, fiquemos, então, com o depoimento de Larry, the cat, prestado algures nas redes sociais e sem a identidade de quem com oportunidade recolheu o seu testemunho, enquanto o seu dono não é tosquiado.


Boris Johnson é um mentiroso compulsivo.
É deveras impressionante como um povo pode votar para ter um primeiro-ministro que é um mentiroso compulsivo. Mas, lá está, os americanos já por duas vezes votaram para terem como presidente dois doentes de Alzheimer, pelo que, já não nos podemos surpreender com nada.
que sorte que têm os ingleses , um pm que mente apenas sobre como passa o tempo comparando com o nosso josé sócrates , é peanuts.
Boa bola.
Os copos é apenas o assaz ridículo (para nós) pretexto.
Tal como cá os diferentes orgão de informação, escrita ou TVs, têm a suas tendências políticas, aliás bem conhecidas.
Mr. Bojo, tal como qualquer politico por cá, tenta torcer a realidade quando esta não o retrata como um poço de virtudes.
Mas a verdade é que no RU “reuniões de serviço” bem regadas quem não as frequenta é só porque não foi convidado.
Sempre engraçado, para quem se ri de si próprio (não sei ao certo se é defeito ou qualidade), ver as análises técnicas portugas aos comportamentos dos políticos estrangeiros. O cúmulo é a conclusão de que o X é um populista. Acompanhado do eufemístico tom de que “cá não há disto”.
O moralismo bacoco – na versão anglo-saxónica – é uma coisa que sempre me chateou. Assim, só posso regozijar-me se, ao fim de dois anos de moralismo bacoco levado à máxima potência – e imposto, via pensamento único, a quase totalidade do planeta Terra – a maior parte dos britânicos (os seja, os que não “punditam” nas televisões e demais media) se estão a marimbar para os copos que os governantes tomaram, juntos, ao ar livre, durante o confinamento (e ainda bem que tomaram, porque, de outro modo, para mais sendo britânicos, não sei como aguentavam). Citando o Almirante Pinheiro de Azevedo (que tinha muito mais piada que o Almirante Gouveia e Melo): “bardamerda para o Partygate!”.