O Eduardo Pitta neste post pretendia transmitir a ideia que, apesar da crise, "as pessoas (uma grande maioria) é que se portam como se não houvesse crise". Isto porque o Algarve estaria cheio de turistas nacionais e parte do país, nomeadamente Lisboa, estaria com muitas empresas e serviços fechados ou a meio gás. O João André, neste comentário, já havia demonstrado como a lógica subjacente ao que Eduardo Pitta pretendia transmitir não era perfeita. Mas para percebermos porque a dedução de Eduardo Pitta pode não fazer sentido, vale a pena ler esta notícia do Jornal de Negócios relativa às receitas hoteleiras no passado mês de Abril. E o quê que esta nos diz? Que na comparação com igual período do ano passado, o número de dormidas aumentou, mas os proveitos diminuíram. Para Junho a situação não deverá ser diferente. Afinal de contas, as pessoas talvez adoptem comportamentos típicos para um país em crise.
Como se não houvesse crise
jorgeassuncao,

Quem tem dinheiro continua a ter apesar da crise.
Alem disso, diminui a procura de férias no estrangeiro e aumentou a nacional. Pelo menos a crise serve para que as pessoas invistam em Portugal.
Quem usa é como a Srª Maria que eu conheço e que diz que o filho agora já está afectivo no trabalho.
:))))