Lá em cima, as linhas da REN caminham sem vêr onde pôem os pés. Cá em baixo, as linhas da RAVE deixam-se mutilar apesar de serem linhas relativamente novas atendendo às travessas em betão e não em madeira. Enfim, duas empresas cheias de Engenheiros e Doutores. Quanto ao TGV, esperemos ganhar a corrida à organização do Mundial de Futebol de 2026…
Muito obrigado, Nicolina. Deixe-me dizer-lhe que a série é sobre o Estado Novo em 1961, só que alguns acontecimentos, como o do ‘Santa Maria’, prolongaram-se no tempo e creio que justificam, pela extensão, os folhetins.
Tem razão, reparei nisso mas acabei por me «centrar» no Santa Maria.
Um conjunto de coincidências curiosas prenderam a minha atenção a esta série: nasci em 1961 (ano em análise) no Barreiro (local de nascimento do Henrique Galvão), onde vivi uns anos na Rua Piloto Nascimento Costa (piloto do Santa Maria, que morreu durante o assalto). Não passam de coincidências, eu sei, mas como alguém escreveu, algures, «há qualquer coisa de selvagem nas coincidências» que as torna absolutamente fascinantes… Abraço, João, e boa semana!
Obrigado e boa semana também para si. O 1961 foi um ano de colheita apurada, como a Nicolina apenas confirma. Espero que só volte a encontrar coincidências felizes na série.
Somos (os Portugueses) os maiores: temos um TGV de alta tensão! Único no mundo inteirinho!
Lá em cima, as linhas da REN caminham sem vêr onde pôem os pés.
Cá em baixo, as linhas da RAVE deixam-se mutilar apesar de serem linhas relativamente novas atendendo às travessas em betão e não em madeira.
Enfim, duas empresas cheias de Engenheiros e Doutores.
Quanto ao TGV, esperemos ganhar a corrida à organização do Mundial de Futebol de 2026…
este país está cada vez mais fantástico!…
Confesso: a sua comparência já me fazia falta. Tenho de voltar à «Artitectura»!
Isso é simpático, João… :o)
Tenho passado por aqui, só não tenho deixado rasto.
A propósito de séries, parabéns pela série sobre o Santa Maria. Muito fixe! 🙂
Muito obrigado, Nicolina. Deixe-me dizer-lhe que a série é sobre o Estado Novo em 1961, só que alguns acontecimentos, como o do ‘Santa Maria’, prolongaram-se no tempo e creio que justificam, pela extensão, os folhetins.
Tem razão, reparei nisso mas acabei por me «centrar» no Santa Maria.
Um conjunto de coincidências curiosas prenderam a minha atenção a esta série: nasci em 1961 (ano em análise) no Barreiro (local de nascimento do Henrique Galvão), onde vivi uns anos na Rua Piloto Nascimento Costa (piloto do Santa Maria, que morreu durante o assalto). Não passam de coincidências, eu sei, mas como alguém escreveu, algures, «há qualquer coisa de selvagem nas coincidências» que as torna absolutamente fascinantes…
Abraço, João, e boa semana!
Obrigado e boa semana também para si. O 1961 foi um ano de colheita apurada, como a Nicolina apenas confirma. Espero que só volte a encontrar coincidências felizes na série.
Somos (os Portugueses) os maiores: temos um TGV de alta tensão!
Único no mundo inteirinho!
E um ministro de bitola estreita.