Depois de mais de quatro mil milhões de euros injectados na CGD desde 2011, com a justificação que era necessário existir um banco público para que o Estado podesse assegurar o financiamento de projectos que entendesse como sendo estratégicos, o lançamento do Banco Português de Fomento, exactamente com o mesmo propósito, abrirá certamente a porta à privatização da CGD.
Como era bom que fosse verdade
Paulo Sousa,

🙂 O Paulo é um pândego.
Seria demasiado desplante mais uns lugares no concelho de administração e outros jobs for the boys & girls na CGD, assim faz-se outro banco do Estado.
lucklucky
Arriscava afirmar que vai ser o BPF a financiar o hidrogénio. O estado é todo um ecossistema.
Pudesse
Fomento de tachos e mordomias.
Fomento e fermento.
O governo prefere os desvios para fugir aos semáforos.
O sinaleiro Marcelo lá vai andando rasgando a roupa a corta-mato para comandar nos atalhos..