Do novo álbum, Blues Funeral. Ainda só ouvi metade dos temas mas já posso garantir que estaria na minha lista dos melhores de 2012 se eu me dedicasse a fazer listas desse género. Mark Lanegan, ex-vocalista dos Screaming Trees, uma banda que também merecia ter tido muito mais sucesso do que teve, parceiro de Isobel Campbell (ex-Belle and Sebastian) em três álbuns sublimes (a menos de 5 libras cada, na Amazon britânica), estará no Hard Club, no Porto, a 30 de Março e na Sala TMN ao Vivo, em Lisboa, a 31.
Como é que este gajo pode continuar quase desconhecido?
escafandro,

Música, para descontrair! Ultimamente, aqui no delito, só se fala de política, acordo ortográfico e pouco mais. Não estou a dizer que não é importante. Estou, sim, a dizer que poderiam introduzir outros temas, para diversificar.
Cristina Silva
Mas a gente diversifica, Cristina! Acho que até somos dos blogues com mais diversidade de temas e abordagens. Só que às vezes ‘amontoam-se’ uns quantos posts seguidos sobre política ou um tema específico.
Quanto a esta música, não sei se é propriamente a mais adequada para descontrair… 🙂
Também não diria que é boa para descontrair. É bastante inquietante, até, e excelente!
Oooops, peço desculpa, Helena, mas o seu comentário tinha-me escapado ao aprovar o do cjt. Mas estamos em sintonia quanto à música, então.
Não esquecer a passagem pelos Queens of the Stone Age, em três álbuns, que me lembre…
Lá vou eu ao HC…
Certíssimo, cjt. Nos três álbuns “centrais” do QOTSA: Rated R, Songs for the Deaf e Lullabies to Paralyze. Eu devia ter mencionado os QOTSA no post mas optei por deixá-los de fora porque são bastante mais conhecidos e, apesar da extraordinária lista de colaboradores que tiveram ao longo dos anos, a “estrela” sempre foi o Josh Homme (e um pouco o Oliveri mas por razões extra-musicais).
E encontramo-nos lá.
🙂
Pedro Proença é benfiquista! É público e foi declarado pelo próprio. É, pois, um facto!
No futebol não há coincidências! Basta apenas lembrar as “cirúrgicas” intervenções de Bruno paixão contra o FCPorto. É um facto!
Nos jogos da Taça de Portugal, o árbitro nomeado era sempre de uma associação equidistante dos clube em confronto. Era! Nesta meia final disputada na Madeira, entre o Nacional e o Sporting de lisboa, foi nomeado Pedro Proença, de lisboa, associação a que pertence o Sporting. Os critérios foram alterados. É um facto!
Dizem as crónicas que o árbitro de lisboa inclinou o campo e teve influência na vitória do clube da sua associação. Dirão que ele é do benfica, logo não há coincidência nos actos que desvirtuaram a verdade do jogo. Falso!
Falso porque:
O próximo adversário do “seu” benfica para o campeonato é…. adivinharam, o Nacional.
Se Proença, durante o prélio da Madeira, expulsou o nacionalista Rondón (dizem que injustamente), acabou ainda por expulsar do banco de suplentes João Aurélio e, após o final do jogo, Vladan. Três !!! expulsões.
Proença, se manietou o jogo da taça, favorecendo uma equipa de lisboa, acabou também por dizimar o Nacional da Madeira para o jogo seguinte, com o “seu” benfica, de lisboa.
E o zeloso Vitor Pereira, presidente dos árbitros, outrora super-rápido a marcar conferências de imprensa para defender o amo da 2ª circular, numa atitude lacaia e nada prestigiante para o futebol, agora cala-se que nem uma barata.
No futebol não há coincidências!
Realmente “eles estão a fazer as coisas pelo outro lado”…
É extraordinário constatar os efeitos que uma canção pode provocar…
Por favor fale baixinho.
Numa perspectiva super egoísta é bom que continue um semi-desconhecido, pelo menos por cá. É uma benção e um favor que nos fazem.
Assim evitamos cenas tristes como a que assisti no último concerto dos Sonic Youth no Coliseu: metade estava lá dentro a tentar ouvir e a outra metade cá fora, a “socializar”.
Quanto ao Lanegan, não tenho ideia que tenha publicado um mau disco. E já são muitos …
Eh-eh, de facto. Quanto ao concerto dos Sonic Youth (no Coliseu do Porto), eu gostei especialmente disto mas numa perspectiva não-crítica porque achei sinceramente piada:
http://escafandro.blogs.sapo.pt/176 869.html
Eu já pensava o mesmo acerca dos Screeming Trees nos bons velhos tempos do Grunge.
Como pensava dos Melvins, dos Fastbacks, dos Mudhoney, dos Green River…
Mas até é bom que assim que continue, pois há coisas que o mainstream é como erva daninha que só estraga. Tal como é bom saber que ainda há malta desta geração em forma!
E já agora, noutro campo, dos Yo La Tengo 🙂
Só para dizer que já gastei as minhas “dollar bill” num bilhetinho para ver este Senhor de voz soturna em Lisboa 🙂
A propósito dos Yo La Tengo: não tem piada que mais de quinze anos antes do Facebook eles tenham lançado um álbum chamado “Fakebook”? Bom, talvez não…
E em Lisboa aceitam dólares, é? Eu tive de pagar em euros. 🙂
Alusão a uma música de Screaming Trees 🙂 qualquer dia já pagamos é em escudos… Ps&ob=av2e
(de facto, também não conheço os Fastbacks… vou investigar).
Aproveito para desejar boa noite ao som desta maravilha: http://www.youtube.com/watch?v=SJKvE3tMI
Completamente de acordo. Muito bom gosto! 😉
Estamos de acordo, André. Mas você estava mais atento do que eu nos anos 90 – logo que saia daqui vou pesquisar quem foram os Fastback… 🙂
Os Fastbacks foram (são) dos tesouros melhor escondidos de Seattle! Não se irá arrepender.
O itunes ainda tem alguns discos disponíveis.