17 comentários em “Como é bonita a independência, sobretudo ao pôr-do-sol!”
O Passos Coelho vai passar à história…o político mais inábil da história da democracia em Portugal. Será possível que eles vão conseguir mesmo perder estas eleições?
O Passos Coelho não sei, mas o Fernando Nobre vai passar à história como um político inconsistente. Pessoalmente tenho pena, era um homem que eu respeitava.
Os que nele votaram, não se deveriam indignar. Penso que a liberdade é isto mesmo, poder colaborar, com independência, com o partido que bem entender. Com Fernando Nobre ninguém perde e acredito que dignificará o que falta à política dos mais tenros e orgulhosos homens.
Ana Vidal. Acredito que os portugueses estejam confusos com a pluralidade de Fernando Nobre, e que isso faça fervilhar muitas cabeças. A política não é futebol, mas repare que um bom ponta de lança, por mais clubes que passe, não leva os sócios a trocar de cartão. O bom ponta de lança é odiado quando troca de camisola? Não. Em política, os grandes jogadores há anos que não marcam. Estamos a sofrer a maior goleada já vista. Todos querem a bola só para si e o espectáculo está a degradar-se. De momento faltam projectos concretos de cortes, acordados pelos clubes, para obtermos o que está em falta. Estamos a aguardar pelos derbies políticos e espero que tragam mais habilidade para não sermos eliminados da competição. Estamos cansados de assistir a estes prolongamentos sucessivos. Não podemos ficar pelos penaltis. Todos queremos ver acordos credíveis entre os clubes para que passe a existir espectáculo, senão deixamos de “pagar bilhete”.
Oh, diabo, Francesco, logo havia de lembrar-se dessa analogia com que eu embirro solenemente! Diz que “a política não é futebol, mas…”? Olhe que toda a sua argumentação me diz que acha que é mesmo, e eu estou quase a concordar consigo: os clubes políticos compram jogadores-trunfo para ganhar campeonatos, eles deixam-se vender porque as “camisolas” deixaram de ter qualquer significado, etc., etc. Enfim, sempre lhe digo que aquilo a que chama pluralidade, eu chamo ambição. E que Fernando Nobre, com estas trocas e baldrocas futebolísticas, para mim ficou “fora de jogo” desde que deixou o seu clube de eleição: a medicina ao serviço da solidariedade social. Opiniões.
Pelos vistos o eleitorado Nobre é mais ecléctico do que se pensa. Eu votei Nobre, e ia votar PSD e agr vou votar com mais convicção. E não sou o único, conheço mais gente que o fará! Não percebo onde está o problema e surpresa. FN já se havia conectado com António Capucho do PSD, por exemplo, e nunca se comprometeu com qualquer ideologia na sua campanha; sempre se referiu a PPC como pessoa de bem… Se tudo e todos forem sectários não há espaço para política a sério. Não há espaço para consensos.
Raio Verde, se as suas convicções são firmes e inabaláveis e se tudo isto faz sentido para si, ainda bem para si (talvez não seja o único a pensar assim, mas olhe que o nick que escolheu classifica-o como uma raridade…) A minhas dúvidas não têm nada que ver com sectarismo, mas sim com um percurso errático cuja causa me parece francamente oportunista. Não gostei da campanha de Fernando Nobre nas presidenciais e gosto ainda menos desta colagem ao partido que está na calha para o poder… não vejo grande altruísmo nesta escolha, o que quer?
Pronto. Opinião mais respeitável não podia haver. E cada um tem as suas, dependendo da perspectiva com que vê a política e a vida, etc, etc.
Ah, quanto às convicções firmes e inabaláveis, não as tenho(pois toda a gente sabe que pode ser levado a pensar de outra maneira, apareçam bons argumentos; podemos é ter convicções fortes) e sou bastante flexível, talvez por isso não veja grande problema nesta tomada de posição do PSD e de Nobre. Nunca os vi como divergentes, é só isso.
Pronto. A sua, claro, é igualmente respeitável. E aqui entre nós que ninguém nos lê, quem me dera ser eu a estar enganada… o tempo o dirá. Volte sempre, é muito bem-vindo.
Ainda bem que sou bem vindo pois gosto muito de vir aqui:)
Quanto ao resto, a realidade(seja lá o que isso seja) poderá estar entre uma perspectiva e a outra( seja lá onde isso for e o que for).
Esperemos é que este país não se continue a infligir chagas a si próprio, e que no meio deste desespero e desesperança toda, se consiga alguma serenidade(ao menos pós-eleições) e que haja políticas minimamente racionais(como vê, já não peço muito).
A principal mudança a ocorrer em Portugal e nos portugueses(a de mentalidades) é a que, apesar de mais urgente, sempre demora mais.
Um pouco(ou não) a despropósito, estive há pouco a falar com um pequeno empresário cuja conta de luz subiu 50% a partir de Janeiro e cujas taxas que paga por publicidade subiram 200% também em Janeiro…
Palavras para quê?
Bem haja.
Leiam esta notícia: http://www.maiahoje.pt/noticia.php?id=3907 Tudo é verdade, censura, pessoas perseguidas sem serem ouvidas, melhor estilo estalinista-albanês. Para além dos indicados, mais 50 pessoas assinaram uma carta ao Sr Dr Fernando Nobre (por motivos privados mantenho o anonimato). Não é um problema das suas posições políticas, estamos perante uma pessoa sem carácter, sem princípios e mais grave que busca o seu interesse pessoal. Vai morder a mão que lhe dá agora de comer! A propósito, o meu PPD não tinha um melhor cabeça de lista, não estamos perante o maior distrito eleitoral do País? Segundo se não temos ainda resultados eleitorais, porquê anunciar a figura do Presidente da Assembleia da República? O que fazer se houver uma relação de forças desfavoráveis, e como se vai sentir o possível parceiro de governação o CDS? É ou não verdade que só se deve vender o porco depois de morto? Alto grau de amadorismo.
O Passos Coelho vai passar à história…o político mais inábil da história da democracia em Portugal.
Será possível que eles vão conseguir mesmo perder estas eleições?
O Passos Coelho não sei, mas o Fernando Nobre vai passar à história como um político inconsistente. Pessoalmente tenho pena, era um homem que eu respeitava.
Uma tristeza, Ana. Tudo à procura de um lugar ao sol.
A qualquer preço, Leonor. É o que mais me impressiona.
Os que nele votaram, não se deveriam indignar. Penso que a liberdade é isto mesmo, poder colaborar, com independência, com o partido que bem entender. Com Fernando Nobre ninguém perde e acredito que dignificará o que falta à política dos mais tenros e orgulhosos homens.
Eu não votei nele, Francesco. E, francamente, parece-me que os que o fizeram devem estar ligeiramente baralhados… para não dizer pior.
Ana Vidal. Acredito que os portugueses estejam confusos com a pluralidade de Fernando Nobre, e que isso faça fervilhar muitas cabeças. A política não é futebol, mas repare que um bom ponta de lança, por mais clubes que passe, não leva os sócios a trocar de cartão.
O bom ponta de lança é odiado quando troca de camisola? Não. Em política, os grandes jogadores há anos que não marcam. Estamos a sofrer a maior goleada já vista. Todos querem a bola só para si e o espectáculo está a degradar-se.
De momento faltam projectos concretos de cortes, acordados pelos clubes, para obtermos o que está em falta. Estamos a aguardar pelos derbies políticos e espero que tragam mais habilidade para não sermos eliminados da competição. Estamos cansados de assistir a estes prolongamentos sucessivos. Não podemos ficar pelos penaltis.
Todos queremos ver acordos credíveis entre os clubes para que passe a existir espectáculo, senão deixamos de “pagar bilhete”.
Oh, diabo, Francesco, logo havia de lembrar-se dessa analogia com que eu embirro solenemente! Diz que “a política não é futebol, mas…”? Olhe que toda a sua argumentação me diz que acha que é mesmo, e eu estou quase a concordar consigo: os clubes políticos compram jogadores-trunfo para ganhar campeonatos, eles deixam-se vender porque as “camisolas” deixaram de ter qualquer significado, etc., etc. Enfim, sempre lhe digo que aquilo a que chama pluralidade, eu chamo ambição. E que Fernando Nobre, com estas trocas e baldrocas futebolísticas, para mim ficou “fora de jogo” desde que deixou o seu clube de eleição: a medicina ao serviço da solidariedade social. Opiniões.
a política à portuguesa é assim.
quanto menos vergonha na cara melhor.
Luís, cada vez mais me convenço de que a política à portuguesa nem sequer tem um padrão. É uma caixinha de (más) surpresas.
Pelos vistos o eleitorado Nobre é mais ecléctico do que se pensa.
Eu votei Nobre, e ia votar PSD e agr vou votar com mais convicção.
E não sou o único, conheço mais gente que o fará!
Não percebo onde está o problema e surpresa.
FN já se havia conectado com António Capucho do PSD, por exemplo, e nunca se comprometeu com qualquer ideologia na sua campanha; sempre se referiu a PPC como pessoa de bem…
Se tudo e todos forem sectários não há espaço para política a sério. Não há espaço para consensos.
Raio Verde, se as suas convicções são firmes e inabaláveis e se tudo isto faz sentido para si, ainda bem para si (talvez não seja o único a pensar assim, mas olhe que o nick que escolheu classifica-o como uma raridade…)
A minhas dúvidas não têm nada que ver com sectarismo, mas sim com um percurso errático cuja causa me parece francamente oportunista. Não gostei da campanha de Fernando Nobre nas presidenciais e gosto ainda menos desta colagem ao partido que está na calha para o poder… não vejo grande altruísmo nesta escolha, o que quer?
Pronto.
Opinião mais respeitável não podia haver.
E cada um tem as suas, dependendo da perspectiva com que vê a política e a vida, etc, etc.
Ah, quanto às convicções firmes e inabaláveis, não as tenho(pois toda a gente sabe que pode ser levado a pensar de outra maneira, apareçam bons argumentos; podemos é ter convicções fortes) e sou bastante flexível, talvez por isso não veja grande problema nesta tomada de posição do PSD e de Nobre. Nunca os vi como divergentes, é só isso.
Bem haja.
Pronto. A sua, claro, é igualmente respeitável. E aqui entre nós que ninguém nos lê, quem me dera ser eu a estar enganada… o tempo o dirá.
Volte sempre, é muito bem-vindo.
Ainda bem que sou bem vindo pois gosto muito de vir aqui:)
Quanto ao resto, a realidade(seja lá o que isso seja) poderá estar entre uma perspectiva e a outra( seja lá onde isso for e o que for).
Esperemos é que este país não se continue a infligir chagas a si próprio, e que no meio deste desespero e desesperança toda, se consiga alguma serenidade(ao menos pós-eleições) e que haja políticas minimamente racionais(como vê, já não peço muito).
A principal mudança a ocorrer em Portugal e nos portugueses(a de mentalidades) é a que, apesar de mais urgente, sempre demora mais.
Um pouco(ou não) a despropósito, estive há pouco a falar com um pequeno empresário cuja conta de luz subiu 50% a partir de Janeiro e cujas taxas que paga por publicidade subiram 200% também em Janeiro…
Palavras para quê?
Bem haja.
Leiam esta notícia: 07
http://www.maiahoje.pt/noticia.php?id=39
Tudo é verdade, censura, pessoas perseguidas sem serem ouvidas, melhor estilo estalinista-albanês. Para além dos indicados, mais 50 pessoas assinaram uma carta ao Sr Dr Fernando Nobre (por motivos privados mantenho o anonimato).
Não é um problema das suas posições políticas, estamos perante uma pessoa sem carácter, sem princípios e mais grave que busca o seu interesse pessoal. Vai morder a mão que lhe dá agora de comer!
A propósito, o meu PPD não tinha um melhor cabeça de lista, não estamos perante o maior distrito eleitoral do País? Segundo se não temos ainda resultados eleitorais, porquê anunciar a figura do Presidente da Assembleia da República? O que fazer se houver uma relação de forças desfavoráveis, e como se vai sentir o possível parceiro de governação o CDS? É ou não verdade que só se deve vender o porco depois de morto?
Alto grau de amadorismo.
Não necessariamente pelas mesmas razões, mas palpita-me que esta escolha é uma péssima jogada do PSD. Talvez me engane.