Não há nada como dar más notícias, e normalmente só se dá metade da noticia, porque dos 224 477 milhões tem de lhe tirar 14 ou 15 mil milhões da célebre almofada, e aí ficamos com 120% do PIB. É muito? é muitìssimo, mas isso é o resultado de o estado português ter andado anos e anos a gastar à tripa forra. Outra má notícia é o excedente comercial ser 30% inferior a 2013.Eu prefiro saber que existe excedente comercial, que foiinferior a 2013 porque as importações aumentaram, porque afinal, homessa!, os portugueses consomem mais porque tẽm mais dinheiro disponivel. Que chatice, estava a esquecer-me que isso só foi possivel por causa das negas dos zelotas do Ratton. Galamba dixit, e pelos vistos ainda há quem acredite. Precisamos de uma dupla tipo Tsipras/Varoufakis para nos conduzir à riqueza, ao progresso, em suma, à felicidade.
Não, meu caro Alexandre. A dívida aumentou mesmo, em mais de 5 mil milhões, e as exportações caíram efectivamente. A almofada, que não o é, de que nos dá conta não entra na contabilização da dívida contraída. Mas se entrasse a única diferença que se contabilizaria seriam pouco menos de 8 mil milhões. Já agora: http://economico.sapo.pt/noticias/defice-comercial-portugues-aumenta-quase-mil-milhoes-de-euros_211661.html
Os défices, se não tivessem sido alterados os ditos objectivos pelos doutos ilustres trabalhadores de uma qualquer folha de excel, também não seriam atingidos. Mas a propósito do défice recordo-lhe que na governação de Cavaco situou-se nos 9,9%. Ouvi dizer que este tinha sido “o pai do monstro”.
Mas os portugueses consumiram mais porque o Tribunal Constitucional teve de dizer a estes doutos que lei é lei. Foi graças a esta decisão que o consumo interno aumentou e salvou assim a má performance nas exportações.
Mas este governo já vai afiando o dente com a queda do preço do petróleo para tentar revelar que a poupança que se originará durante este ano foi obra das doutas ideias saídas de suas cabecitas.
Nem este governo tem técnica nem ideologia. A salvação seria a ética, mas esta também não existe. Quanto à dupla que refere, concordo consigo. Mas não há ninguém neste governo de Portugal com as capacidades e os atributos destes que refere para paulatinamente gerar tal riqueza. Como tal, até o pontapé de saída para que isto ocorra nesta Europa veio dessa dupla.
O grave é que Passos e Maria Luís falam e agem, como se fôssemos diferentes dos gregos. Somos uns pobres, governados por pobres de espírito, à procura de poiso no FMI, BCE, UE
A divida caía era no tempo do 44. Para metade.
Não há nada como dar más notícias, e normalmente só se dá metade da noticia, porque dos 224 477 milhões tem de lhe tirar 14 ou 15 mil milhões da célebre almofada, e aí ficamos com 120% do PIB. É muito? é muitìssimo, mas isso é o resultado de o estado português ter andado anos e anos a gastar à tripa forra.
Outra má notícia é o excedente comercial ser 30% inferior a 2013.Eu prefiro saber que existe excedente comercial, que foiinferior a 2013 porque as importações aumentaram, porque afinal, homessa!, os portugueses consomem mais porque tẽm mais dinheiro disponivel. Que chatice, estava a esquecer-me que isso só foi possivel por causa das negas dos zelotas do Ratton. Galamba dixit, e pelos vistos ainda há quem acredite.
Precisamos de uma dupla tipo Tsipras/Varoufakis para nos conduzir à riqueza, ao progresso, em suma, à felicidade.
Não, meu caro Alexandre. A dívida aumentou mesmo, em mais de 5 mil milhões, e as exportações caíram efectivamente. A almofada, que não o é, de que nos dá conta não entra na contabilização da dívida contraída. Mas se entrasse a única diferença que se contabilizaria seriam pouco menos de 8 mil milhões. omercial-portugues-aumenta-quase-mil-mil hoes-de-euros_211661.html
Já agora: http://economico.sapo.pt/noticias/defice-c
Os défices, se não tivessem sido alterados os ditos objectivos pelos doutos ilustres trabalhadores de uma qualquer folha de excel, também não seriam atingidos. Mas a propósito do défice recordo-lhe que na governação de Cavaco situou-se nos 9,9%. Ouvi dizer que este tinha sido “o pai do monstro”.
Mas os portugueses consumiram mais porque o Tribunal Constitucional teve de dizer a estes doutos que lei é lei. Foi graças a esta decisão que o consumo interno aumentou e salvou assim a má performance nas exportações.
Mas este governo já vai afiando o dente com a queda do preço do petróleo para tentar revelar que a poupança que se originará durante este ano foi obra das doutas ideias saídas de suas cabecitas.
Nem este governo tem técnica nem ideologia. A salvação seria a ética, mas esta também não existe.
Quanto à dupla que refere, concordo consigo. Mas não há ninguém neste governo de Portugal com as capacidades e os atributos destes que refere para paulatinamente gerar tal riqueza. Como tal, até o pontapé de saída para que isto ocorra nesta Europa veio dessa dupla.
O grave é que Passos e Maria Luís falam e agem, como se fôssemos diferentes dos gregos. Somos uns pobres, governados por pobres de espírito, à procura de poiso no FMI, BCE, UE