Yes, that was done then, accomplished; and as with all things done, become solemn.
Virginia Woolf, To The Lighthouse.
Será mesmo com todas as coisas? Não haverá por vezes apenas alívio, até um pouco de desprezo? Uff, acabou, não penso mais nisto. Considerem-se, como exemplo, quase todas as tarefas domésticas ou muitas das associadas a qualquer emprego. E, na maioria dos casos em que a solenidade inegavelmente existe – ao terminar algo para que se fica um instante a olhar com orgulho, até uma pitada de estranheza por se ter conseguido chegar a bom porto –, não será ela efémera, depressa substituída por embaraço? Não, afinal ainda não estava pronto, podia ter feito melhor. No fundo, não deverá a solenidade ser conferida por (e lida nos olhos ou escutada nas palavras de) quem, não tendo feito, avalia o trabalho (e – muito importante – se respeita)? Por outras palavras: durante quanto tempo terá Virginia Woolf olhado para a versão final de To the Lighthouse com a solenidade com que eu ainda olho?

Boa questão. Concordo mais contigo do que com VW: o estatuto de solenidade deve ser conferido pelos outros e não pelo próprio, ou corre-se o risco de perder uma ferramenta preciosa: a auto-crítica exigente.
Concordas mais comigo do que com a Volkswagen?!
LOL
Sim, em princípio prefiro gente a carros…
Também eu. Gosto muito da Mercedes.
Sobre a importância de estar presente na manifestação de hoje, 26 de Janeiro. 013/01/26/sobre-a-importancia-de-estar-p resente-na-manifestacao-de-hoje-26-de-ja neiro/
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