No Delito de Opinião todos escrevem o que querem. Somos infinitamente tolerantes uns com os outros, embora tenhamos já, por duas vezes, discutido o que podiam ser os limites da crítica num blog colectivo. A primeira conversa ocorreu no tempo do Governo de Sócrates, a segunda no de Passos Coelho. A resposta, tal como a entendo, é esta: não há limites.
Julgo que o único património deste blog — aquilo que o distingue dos outros blogs — é a liberdade concedida a cada um dos seus membros, venham de onde vierem, para defenderem ou criticarem tudo o que lhes der na gana sem cerimónias. Por isso respondo a esta insinuação do João Magalhães em vernáculo, com a consciência tranquila de uma pessoa de bem: nós não somos como tu, seu filho da puta.
Percebeste, ou queres dar a cara para te explicar melhor?

Luís, gente «não muito bem formada» é coisa que abunda na blogosfera (e sim, vem na sequência daquele outro assunto). Chamá-los pelo nome é o mínimo que podemos (e devemos) fazer.
Um abraço.
Penso que a resposta a qualquer insinuação relativamente ao que outros afirmam é desmentida pelo desenvolvido esclarecimento que prestei na sequência de algumas dúvidas que logo se levantaram.
A leitura que ali se faz é abusiva. Nada mais tenho a acrescentar (essas guerras não me dizem respeito).
Mas dizem respeito a mim. Ele que venha cá com mais perfídias que logo vê.
E não somos mesmo.
não tenho dúvidas que é a diversidade de opiniões – sem se entrar no “chiqueiro” – que faz deste blogue o mais saudável e livre, entre os muitos que abordam a actualidade política.
não se estraguem!
Há quem tenha como único objectivo na vida tentar destruir o que encontra de bom nos outros e não consegue ter para si. Que pobreza, hein?
Deixa, Luís. Como sempre acontece, os cães ladram (sobretudo estes rafeiros piolhosos) e a caravana passa.
Rafeiros e piolhosos é mt bom. Também gostei das bengaladas, eu própria não me importava de mandar bengalar uns quantos.
Mas estive a pensar nisso, estas coisas da blogosfera são como a viduxa, assim mais ou menos, se eu gosto do Luís, o magalhães ou o zé mané pode dizer o que quiser, e o Luís pode fazer o que quiser que eu nc saberei, que ficarei sempre do lado de quem gosto, com quem tenho afinidades, o mesmo acontece com os amigos do magalhães. e isto estamos a falar de gente que nao faz ideia do que se passa, como eu e a gd maioria de quem vos lê. o povo gosta de trocar galhardetes e tal e os justiceiros de plantão gostam de ler de um lado e de outro para poderem tomar posições isentas. mas no fundo, no fundo, poderíamos bem passar sem ler… daí que enfim, luís, espero que não lhe tire o sono.
apesar de ter gostado da macheza com que respondeu.
Abç
E que não lhe doam as mãos Luis M. Jorge. A escoria corporativa não merece mais do que o nosso desprezo.
Na hora. Só me chateia a publicidade àquela chafarica… mas teve de ser, Luís. Como diria o Eça, umas boas bengaladas assentavam-lhes como uma luva. Fico-me por aqui.
Muito bem, Luís! Mais: se for preciso, interrompo as férias.
Tínhamos de responder. Quem não se sente, etc.
Grande Luís. No nordeste brasileiro este post havia de valer-te o título de cabra-macho. E olha que te ficava bem. 🙂
Como dizia o Collor (eu sei, não é grande exemplo) “eu násci com eles rôxo”.
Colloridos, portanto.
loooooool
Quantos são?
Parecem muitos, Rui, mas vai-se a ver e é só um. E pífio. Até eu chego para ele, não te incomodes.
Não queria estar no lugar dele.
Sei que isto não é um abaixo-assinado, mas subscrevo.
Luís: eu costumo apenas evitar os montículos que me surgem ao caminho mas percebo a ideia por trás da resposta – excelente, de resto (deu-te um certo gozo escrevê-la, não?). Só há um ponto que me suscita reservas: não estou certo de conseguir ser infinitamente tolerante contigo, pá.
estou de férias. tropecei neste post por acaso. dito isto, não gosto de gente que exibe fotografias a modos de denúncia. cheira-me a coisa pidesca. cheira-me a filhos de puta. daí, também, o meu incondicional apoio, mesmo de férias.
“Férias”? Nestes tempos em que a todos se exige contenção e frugalidade? Ó Ana Cristina…
Aplaudo. Um post. Uma pedrada no charco. Abraço.